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Wenger diz que Copa de 2022 pode ter tecnologia de impedimento automático

Chefe de desenvolvimento da Fifa, francês diz que ideia é testada para estrear no Catar e que novo sistema será a próxima 'grande evolução' da arbitragem

Por Da Redação Atualizado em 13 out 2021, 09h43 - Publicado em 13 out 2021, 09h40

Atual chefe de desenvolvimento global da Fifa, o ex-técnico francês Arsène Wenger, voltou a indicar o desejo da entidade de mudanças impactantes no futebol. Em entrevista coletiva concedida em Paris, Wenger afirmou que uma nova tecnologia para detectar automaticamente situações de impedimento está em desenvolvimento e que já poderá, inclusive, ser aplicada na próxima Copa do Mundo de 2022, no Catar.

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“Precisamos continuar avançando na velocidade da tomada de decisões, principalmente em lances de impedimento. Em 2022, na Copa do Mundo, seremos muito mais capazes de tomar decisões sobre impedimentos mais rápidas. Vai parar menos o jogo, algo de que o VAR pode ser considerado culpado”, explicou.

“As possibilidades são muitas. Sou obrigado a manter isso em segredo, mas será a próxima das grandes evoluções da arbitragem”, completou Wenger.

  • O mesmo tema já havia sido discutido em março, em uma reunião da International Board, órgão responsável pela curadoria e regras do futebol. A ideia seria incluir uma margem de erro.

    Desde que entrou no cargo, em dezembro do ano passado, o ex-treinador faz coro a mudanças relevantes no esporte. Entre as primeiras e mais radicais solicitações, está a mudança da regra do impedimento.

    Em dezembro de 2020, Wenger passou a defender que o atacante só seja considerado fora de jogo caso tenha o corpo inteiro à frente da linha do penúltimo defensor. “Eu gostaria que não houvesse impedimento caso uma única parte do corpo com a qual você possa marcar um gol esteja alinhada com o defensor. Isso pode ser uma vantagem para os atacantes”, comentou na ocasião.

    Wenger treinou o Arsenal entre 1996 e 2008, com três títulos do Campeonato Inglês e sete conquistas da Copa da Inglaterra. Desde então, apesar de cotado em algumas equipes, não retornou mais à antiga função.

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