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Uefa amplia punições impostas a seleções e clubes russos

Fora da Copa do Catar, país não poderá atuar em competições da entidade na temporada 2022/23 como Liga das Nações, Champions e Eurocopa feminina

Por Da redação Atualizado em 13 Maio 2022, 19h02 - Publicado em 2 Maio 2022, 17h09

Em dia em que a Rússia intensificou os ataques contra Odessa, principal porto da Ucrânia, a Uefa confirmou nesta segunda-feira, 2, a decisão de excluir as seleções masculina e feminina da Rússia e os clubes do país das competições organizadas pela entidade. Além das punições já conhecidas neste ano, as novas sanções pela guerra em solo ucraniano se aplicarão para a temporada 2022/23.

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Entre as principais novidades está a não participação na próxima Liga das Nações, que teve a França como campeã no último ano. A seleção estava classificada pela quarta colocação do grupo 2 da Liga B. Além disso, também será rebaixada a Liga C.

Outra punição acontece no futebol feminino. O país também foi excluído da competição que ocorrerá entre os dias 6 e 31 de julho, na Inglaterra. A seleção de Portugal entrará em sua vaga no grupo C.

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A seleção feminina também não participou dos dois últimos compromissos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2023 e está fora do próximo mundial.

Com relação a competição de clubes, participações na Liga dos Campeões masculina, feminina e de categorias de base, Liga Europa e Conference League também foram proibidas.

A entidade também descartou a possibilidade de uma candidatura a Eurocopa de 2028 ou 2032, cogitada pelo país por meio da União Russa de Futebol (RFU, na sigla original).

No último dia 30 de março, de acordo com o jornal espanhol As, o Conselho da Fifa passou a discutir sobre a exclusão definitiva dos russos do quadro da entidade. A nova medida impediria o país – inclusive os clubes – de poder disputar competições ou partidas por tempo indeterminado.

Segundo a reportagem, o precedente da entidade para a medida é o caso da África do Sul, impedida de participar das competições internacionais por mais de 31 anos – entre 1961 e 1992 – por causa da política racista do apartheid.

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