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Técnico da Bélgica já vislumbra reencontro com Brasil nas quartas

Roberto Martínez, porém, pregou respeito por adversários de sua chave e também previu duelo duríssimo nas oitavas

Por Fernando Valeika de Barros, de Doha Atualizado em 3 abr 2022, 15h33 - Publicado em 3 abr 2022, 13h02

O espanhol Roberto Martínez, técnico da seleção da Bélgica que eliminou o Brasil de Tite em 2018, já faz projeções para um novo reencontro com os pentacampeões do mundo, desta vez no Catar. “O sorteio pode colocar, de novo, o Brasil no caminho da Bélgica, e exatamente nas quartas de final”, disse ele a PLACAR, em Doha, depois do evento da última sexta-feira, 1.

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“Mas, para isso ambos precisarão se classificar em primeiro lugar, nos seus grupos e passar pelas oitavas-de-final, evidentemente” ressaltou.

De cara, Martínez gostou de sua seleção ter sido sorteada para o Grupo F, pois terá três dias a mais de preparação, antes da estreia no Mundial. “Poderemos até jogar mais um amistoso, diante dos nossos torcedores, antes de viajarmos para o Catar e ter um time com mais energia”, disse.

Citando novamente o duelo contra o Brasil de 2018, Martínez disse aguardar com ansiedade a aprovação da sugestão ffeira pelos treinadores de permitir que a lista de convocados das seleções tenha 26 jogadores – e que eles possam todos estar à disposição no banco. “No Mundial passado, o desgaste do nosso jogo difícil contra o Brasil acabou pesando no nosso desempenho na partida da semifinal, contra a França”, revelou.

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Projeções à parte, ele não espera vida fácil contra Marrocos, Croácia e Canadá, adversários dos belgas na fase de grupos. “A Croácia é a vice-campeã mundial e há poucos dias vi, com meus olhos, em Madri, Lucas Modric comandar a virada do Real Madrid contra o Paris Saint-Germain, pela Liga dos Campeões”, diz.

Segundo ele, o jogo contra Marrocos pode ter “um sabor especial”. “A colônia marroquina é muito grande na Bélgica e muitos jogadores da seleção deles começaram a jogar futebol em clubes belgas”.

Por fim, o Canadá, na sua opinião, é um boa e respeitável surpresa. “Foram a melhor equipe da Concacaf, com mais pontos conquistados do que os Estados Unidos e México e voltam a uma Copa do Mundo, com um time jovem, talentoso e sem medo”.

Se der a lógica, ele terá oitavas de final duras, contra Alemanha ou Espanha. Mas, sonha em repetir o cenário contra o Brasil, em Kazan, na Rússia, em um dia em que o goleiro Thibaut Courtois pegou tudo, Kevin De Bruyne, Eden Hazard e Romelu Lukaku desequilibraram.

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