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Seleção brasileira enfrenta o Catar, em Brasília, com holofotes em Neymar

Acusação de estupro contra o atacante deixa ambiente da equipe tenso para o primeiro amistoso preparatório para a Copa América do Brasil

Por Da redaçao Atualizado em 28 set 2021, 12h04 - Publicado em 5 jun 2019, 08h00

A seleção brasileira faz seu primeiro amistoso de preparação para a Copa América nesta quarta-feira, 5, às 21h30 (horário de Brasília), diante do Catar, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O atacante Neymar, recentemente acusado de estupro em um escândalo que dominou o noticiário na Granja Comary, está confirmado para a partida contra a equipe campeã asiática e uma das convidadas do torneio sul-americano. O jogo será transmitido em TV aberta, pela Rede Globo, e fechada, pelo SporTV.

Ainda sob desconfiança depois de uma eliminação frustrante contra a Bélgica, nas quartas de final da última Copa do Mundo, a seleção brasileira enfrenta ambiente ainda mais conturbado por causa das últimas polêmicas envolvendo Neymar. Na chegada à capital federal, no entanto, o camisa 10 recebeu apoio das dezenas de torcedores presentes e retribuiu com fotos e autógrafos, já perto da madrugada desta quarta.

 

O técnico Tite acredita que o time conseguirá manter o foco na preparação para o torneio que o Brasil não conquista desde 2007.

“Nós estamos pensando no amistoso com o Catar e este é o nosso foco. Na preparação diária, construção de trabalho em que o Neymar está inserido. Ele é um jogador diferente, mas há um processo. A equipe está acima disso, nosso trabalho está acima disso. Tecnicamente é imprescindível. Quando a gente fala imprescindível, isso não quer dizer insubstituível. Nosso pensamento é o jogo com o Catar”, afirmou Tite em entrevista na ultima segunda-feira.

Para este amistoso o Brasil não terá o goleiro Alisson e nem o atacante Roberto Firmino, que disputaram e ganharam a final da Liga dos Campeões da Europa no fim de semana pelo Liverpool, e nem o lateral-direito Fagner, que sofreu uma lesão muscular e por isso não participou da derrota do Corinthians para o Flamengo na Copa do Brasil.

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O treinador aposta em uma defesa experiente, com peças como Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís. A criação de jogadas caberá principalmente a Philippe Coutinho, que terá que municiar um ataque composto por Richarlison, Neymar e Gabriel Jesus.

Atletas celebram título asiático Suhaib Salem/Reuters

O Catar chega para este amistoso empolgado pela surpreendente conquista da Copa da Ásia em janeiro. O país, que vai sediar a próxima Copa do Mundo, em 2022, bateu o Japão na final com um triunfo por 3 a 1. O time, dirigido pelo espanhol Félix Sánchez, marcou 19 gols em sete jogos e sofreu apenas um.

“Para o Catar é uma honra enfrentar a seleção brasileira na casa dela. Será um dos jogos mais complicados da história desta seleção, mas vamos a campo com o pensamento de aproveitarmos cada momento”, disse Feliz Sánchez na véspera.

A seleção catariana chegou ao Brasil há uma semana. A primeira equipe a desembarcar no país para disputar a Copa América se instalou em Mangaratiba, também no estado do Rio de Janeiro, localidade que vai servir como quartel-general durante o torneio.

O destaque do time é o atacante Almoez Ali Abdulla, grande ídolo do futebol local e artilheiro da Copa da Ásia com nove gols. O lateral-direito português naturalizado Pedro Correia, conhecido como Róró, é outra atração. A seleção brasileira principal nunca enfrentou o Catar.

O Brasil fará mais um amistoso preparatório no domingo, 9, diante de Honduras, em Porto Alegre. Em seguida, estreará na Copa América em 14 de junho, diante da Bolívia, no Morumbi, e depois receberá a Venezuela, em Salvador, e o Peru, novamente em São Paulo na fase de grupos.

Prováveis escalações:

Brasil: Ederson, Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho; Richarlison, Gabriel Jesus e Neymar. Técnico: Tite

Catar: Saad Al Sheeb, Pedro Miguel Correia, Boualem Khoukhi, Tarek Salman e Abdelkarim Hassan; Salem Al Hajri, Abdulaziz Hatim e Hassan Al Haidos; Boualem Khoukhi, Almoez Ali Abdulla e Akram Afif. Técnico: Félix Sánchez

(com AFP e Gazeta Press)

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