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Relembre 15 momentos em que Neymar mostrou ser ‘mimado’

Craque criticado por Casagrande teve diversos momentos de estrelismo no Santos, no Barcelona, no PSG e na seleção brasileira

Por Da redação Atualizado em 29 set 2021, 09h44 - Publicado em 16 fev 2018, 17h47

Neymar mais uma vez foi destaque da semana. O craque do Paris Saint-Germain  não teve um dia tão bom na derrota para o Real Madrid e sua atuação foi contestada pelos principais jornais europeus. A crítica mais dura veio do Brasil: o ex-jogador Walter Casagrande disse que Neymar é mimado, individualista e repetiu uma frase histórica de Renê Simões, sobre o mesmo personagem: “Estamos criando um monstro.” Como de costume, a resposta de Neymar veio por meio de seu staff: o pai e empresário do astro atacou os “abutres” da imprensa e disse que o filho ressurgirá como uma “fênix”. Neymar é tratado como estrela desde a adolescência e, em seus nove anos como profissional, se envolveu em uma série de confusões que justificam a crítica de Casagrande. Relembre:

Episódio Dorival Junior/Renê Simões

Nesta quinta, Casagrande repetiu a frase dita por Renê Simões, então treinador do Atlético-GO, em 2010. Naquela partida entre o Santos e a equipe goiana, uma cobrança de pênalti negada a Neymar provocou uma enorme confusão na Vila Belmiro e causou a demissão do técnico Dorival Júnior. Aos 18 anos, Neymar já era o craque do Santos e se enfureceu ao ver o treinador ordenando que Marcel cobrasse o pênalti – Neymar havia desperdiçado três das últimas seis penalidades. O jovem craque, então, ofendeu Dorival de forma escancarada. Também xingou o capitão Edu Dracena, que o repreendera por uma firula. Dorival, então, decidiu afastar o atleta de um clássico contra o Corinthians. A diretoria não concordou, Dorival insistiu e foi demitido por “insubordinação.” Em várias oportunidades, Neymar tratou o episódio como o maior arrependimento de sua carreira.

Suspensão na Copa América 2015

O momento de maior destempero de Neymar pela seleção brasileira ocorreu na competição no Chile. O craque, que ostentava a faixa de capitão, jogou mal, abusou das jogadas individuais, discutiu com o árbitro chileno Enrique Osses o jogo todo e ainda foi expulso e suspenso por quatro partidas por ter se desentendido com os colombianos após a partida. O Brasil foi eliminado pelo Paraguai no jogo seguinte e Neymar disse ser perseguido pelos árbitros. “Para mim, as regras são sempre diferentes. Eles usam tudo contra mim.” Relembre esta confusão

Copa América: Brasil x Colômbia - 17/06/2015
Foto: Ivan Alvarado/Reuters

‘Textão’ após eliminação na Copa América 2016

Neymar nem foi convocado para a Copa América seguinte (foi poupado para a Olimpíada), mas voltou a causar confusão ao desabafar nas redes sociais, enquanto curtia folga nos Estados Unidos com seus “parças”. Após a eliminação do Brasil pelo Peru, tentou apoiar os colegas: “Agora vai aparecer um monte de babaca pra falar m…, f…-se. Faz parte, futebol é isso. Sou brasileiro e estou fechado com vocês”, escreveu Neymar. Dias depois, pediu desculpas: “Admito sim, eu me excedi”

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Ninguém sabe o que vocês sofrem pra estar aí e defender a seleção, vestir essa camisa é um orgulho e vocês fazem isso com AMOR.. Agora, vai aparecer um monte de babaca pra falar merda, foda se .. Faz parte, futebol é isso !!! SOU BRASILEIRO E TO FECHADO COM VOCÊS ✌🏽️🇧🇷

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Silêncio na Rio-2016

Meses depois, Neymar foi o herói do inédito ouro olímpico, mas reagiu mal às críticas iniciais. Após empate em 0 a 0 com o Iraque, na primeira fase, o capitão do time declarou “guerra à imprensa” e se negou a dar entrevistas. Foi duramente criticado até pelo narrador Galvão Bueno (o que deixou Ronaldo, comentarista da Globo e dono de uma das agências que cuidava da imagem de Neymar, em saia-justa). “As milhões de pessoas que estão em casa têm direito, sim, de ouvir. O seu ídolo, o seu jogador, aquele que joga com a camisa da seleção brasileira. É feio, muito feio, não é profissional, não é ético e não é correto, sair de campo e se negar a falar”, disse Galvão. Desde então, a relação entre Neymar e a emissora passou a ser conflituosa, o que ficou claro no último desabafo do pai de Neymar.

O jogador Neymar comemora gol durante partida entre Brasil e Colômbia, válida pelas quartas-de-final do futebol masculino, realizada na Arena Corinthians, em Itaquera, zona leste de São Paulo (SP) - 13/08/2016
Foto: Daniel Kfouri/VEJA.com

Campeão olímpico, quis briga com torcedor

No Rio, Neymar quis confusão até de medalha de ouro no peito. O jogador, que já havia desabafado aos jornalistas – “Vocês vão ter que me engolir” –, foi até a arquibancada do Maracanã xingar torcedores que teriam exigido mais “raça” durante o jogo.

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Discussão com Rafinha no Barcelona

Nem mesmo os melhores amigos escapam da fúria de Neymar. Em setembro de 2016, em vitória de 5 a 1 sobre o Leganés, o atacante se revoltou com o compatriota Rafinha, que o puxava para completar a barreira do time em uma cobrança de falta perigosa do rival. Neymar não gostou e deu um tapa na mão do companheiro e pediu para que o soltasse. No lance, Neymar havia recebido cartão amarelo do árbitro e não gostou.

Chamou torcedor do City para a briga

Também pelo Barcelona, em fevereiro de 2015, o jogador estava no banco de reservas em vitória do clube espanhol contra o Manchester City, pela Liga dos Campeões. O brasileiro foi substituído e no último lance do jogo Lionel Messi perdeu um pênalti. Um torcedor do City, comemorando o fato, provocou Neymar, o chamando de “cai-cai”. Ainda no banco, o brasileiro chamou o torcedor para a briga.

Problemas com Luis Enrique

Em mais de uma ocasião, Neymar não aceitou a decisão do então técnico do Barcelona, Luis Enrique, de substituí-lo e saiu de campo ironizando o treinador e reclamando bastante no banco de reservas. Campeão da Liga dos Campeões da Europa com o Barcelona em 2015, Luis Enrique anunciou sua saída do clube catalão em março do ano passado.

Aniversário da irmã

Ainda no Barcelona, Neymar foi suspenso por excesso de cartões em duas ocasiões próximas ao aniversário de sua irmã, Rafaella Santos, e liberado pela equipe para viajar ao Brasil e prestigiar o evento. A coincidência levantou suspeitas sobre um acordo com o clube. Sérgio Ramos, zagueiro do Real Madrid, brincou sobre o fato em entrevista à Cadena Ser, recentemente, dizendo que para o brasileiro reforçar o clube teria de abrir mão dos aniversários de Rafaella.

Rafaella, irmã de Neymar durante a festa junina
Foto: VEJA.com/Instagram

Sempre com os ‘Toiss’

“Los Toiss”, como são conhecidos os inseparáveis amigos de Neymar na Espanha, acompanham o jogador onde quer que vá, algo que gerou contestações do Conselho do Barcelona, que não entendeu a presença dos jovens no voo do time catalão para Nova York, nos Estados Unidos, onde o Barça realizou a pré-temporada, em 2017.

"Los Toiss", como são chamados os amigos de Neymar, foram à apresentação do atacante
Foto: Reprodução/Instagram

Briga em treino

Nos últimos dias como jogador do Barcelona, durante a pré-temporada em Nova York, nos Estados Unidos, Neymar se irritou com seu companheiro de time, Nelson Semedo, após uma disputa de bola durante um treino e abandonou o campo. Dias depois, a venda do brasileiro para o PSG foi oficializada.

Media training

Neymar não costuma se manifestar nos momentos em que mais deveria. Seu silêncio incomodou especialmente os colegas de Barcelona, nas semanas em que o brasileiro finalizava sua ida para o PSG. Enquanto Iniesta, Suárez e companhia respondiam a dezenas de perguntas sobre o assunto, Neymar fazia piadas e tentava despistar jornalistas nas redes sociais.  “Gostaria que a situação fosse distinta, que não se falasse tanto e exclusivamente dele… mas há uma mão única, que no caso é Ney, e é uma decisão pessoal dele se pronunciar ou não”, disse Iniesta, figura de personalidade totalmente oposta – mesmo quando era jovem, já demonstrava muita maturidade –, ainda durante a excursão pelos Estados Unidos.

Neymar e o amigo Gil Cebola, em foto postada no Instagram
Foto: Instagram/Reprodução

Cavani: colega ou rival?

Sete anos após a polêmica com Dorival, uma penalidade negada a Neymar voltou a causar discórdia. Em um de seus primeiros jogos pelo Paris Saint Germain, o brasileiro discutiu com o atacante Edinson Cavani para decidir quem cobraria um pênalti. O uruguaio foi o cobrador oficial do PSG nas últimas  temporadas, mas, depois da discussão, perdeu a “queda de braço” para o jogador mais caro da história. Nem Neymar nem Cavani, muito menos o técnico Emery foram capazes de solucionar o problema com tranquilidade.

Neymar e Cavani
Foto: CHRISTOPHE SIMON/AFP

Vaiado pela própria torcida

Após fazer quatro gols, Neymar saiu de campo vaiado pela própria torcida por não ter deixado o atacante Edinson Cavani cobrar pênalti que renderia ao uruguaio o posto de maior artilheiro da história do Paris Saint Germain, ultrapassando o sueco Zlatan Ibrahimovic. Neymar, então, se negou a cumprimentar a torcida junto aos companheiros e saiu de campo irritado.

Neymar durante vitória do PSG sobre o Dijon
Foto: Aurelien Meunier/Getty Images

Críticas ao treinador do PSG

Em mais de uma oportunidade, Neymar se desentendeu com o treinador do PSG, Unai Emery.  Em outubro, após partida contra o Anderlecht pela Liga dos Campeões, o brasileiro se irritou com o técnico, que queria poupar os titulares do treino. Contrariado, o atacante deixou o gramado irritado e chutou uma bola na parede. Neste mês, Neymar afirmou, sem cerimônia, que ter dispensado o atacante Lucas Moura havia sido um erro. Emery afirmou entender a atitude, pela amizade que ambos têm.

Foto: Bertrand Guay/AFP

 

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