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Quem são os jogadores de futebol ucranianos que morreram na guerra

Vitalii Sapylo e Dmytro Martynenko ainda não eram profissionais e atuavam por clubes sem projeção; ambos perderam a vida em combate

Por Da redação Atualizado em 2 mar 2022, 00h06 - Publicado em 2 mar 2022, 08h00

A Fifpro (Federação Internacional de Futebolistas Profissionais) publicou em sua conta no Twitter uma nota de pesar pela morte de dois jogadores ucranianos: Vitalii Sapylo, 21 anos, e Dmytro Martynenko, de 25 anos. Eles são as primeiras vítimas ligadas ao futebol na guerra entre Rússia e Ucrânia, conflito iniciado na madrugada do último dia 24 de fevereiro com a invasão de tropas russas no território ucraniano.

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Sapylo e Martynenko perderam a vida em combate. Sapylo fazia parte da equipa de juniores do Karpaty Lviv e morreu no dia 25 de fevereiro. Martynenko era amador e jogava no FC Gostomel e morreu em sua casa, durante um dos ataques russos. Ambos estavam em Kiev.

“Nossos pensamentos estão com as famílias, amigos e companheiros de equipe dos jovens futebolistas ucranianos Vitalii Sapylo (21) e Dmytro Martynenko (25), as primeiras perdas relatadas do futebol nesta guerra”, diz a mensagem. “Que ambos descansem em paz.”

Eles não são os únicos ucranianos no meio do futebol envolvidos diretamente com os conflitos. O técnico Yuriy Vernydub, que comanda o Sheriff Tiraspol, equipe da Moldávia que disputou a fase de grupos da Liga dos Campeões, decidiu se apresentar ao exército de seu país natal. Fotos do profissional de 56 anos uniformizado circulam pelas redes sociais.

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O treinador comandou a equipe até a última quinta-feira, 24, na derrota por 2 a 0 para o Sporting Braga, em Portugal, seguida de eliminação nos pênaltis na segunda fase da Liga Europa.

Técnico do Sheriff se apresentou as tropas ucranianas -
Técnico do Sheriff se apresentou as tropas ucranianas – Reprodução/Twitter e Miguel Riopa/AFP

“Tenho esposa, dois filhos, dois netos, irmãos e irmãs vivendo na Ucrânia. Desejo saúde a eles e que esta guerra não os toque. Quando chegar em Moldova, vou pedir para voltar à Ucrânia. Disse para a minha família que, se eles precisassem de minha ajuda, estaria sempre com eles. Queria deixar algumas palavras de apoio ao povo ucraniano: estou orgulhoso das pessoas que defendem o país”, disse o treinador em sua última entrevista coletiva.

Na última semana, o lateral ucraniano Vasyl Kravets, do Sporting Gijón, da segunda divisão do Campeonato Espanhol, também se colocou a disposição do exército ucraniano. Em entrevista à rádio Marca, o jogador disse ter vontade de colaborar mesmo admitindo não ter nenhuma familiaridade com armas.

Vasyl Kravets (a direita) pode deixar o Gijón para ajudar na guerra -
Vasyl Kravets (a direita) pode deixar o Gijón para ajudar na guerra – Real Sporting de Gijón/Facebook

Kravetz externou ainda que não tem conseguido dormir pela preocupação com familiares que estão em solo ucraniano diante do maior ataque de um país europeu contra outro do mesmo continente desde a Segunda Guerra Mundial.

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