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Presidente da Uefa critica remanescentes de Superliga: ‘Incompetentes’

Aleksander Ceferin diz que presidentes de Real Madrid, Barcelona e Juventus tentaram matar o futebol e que não se importaria caso rompessem com a entidade

Por Da Redação Atualizado em 23 set 2021, 17h15 - Publicado em 10 set 2021, 10h14

O presidente da Uefa, o esloveno Aleksander Ceferin, voltou a direcionar críticas a Real Madrid, Barcelona e Juventus, clubes ainda sustentam o projeto da Superliga Europeia, modelo próprio de competição lançado em abril por doze importantes clubes do continente que pretendia fazer oposição ao tradicional torneio.

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Em entrevista a revista alemã Der Spiegel, reproduzida pelo jornal Marca, Ceferin classificou os dirigentes do clube como incompetentes e disse que não se importaria caso as equipes se afastassem da entidade.

“Eu não me importaria se eles saíssem, é muito engraçado que eles queiram criar uma nova competição e ao mesmo tempo queiram jogar a Liga dos Campeões nesta temporada “, explicou, antes de afirmar que os clubes “têm gerentes simplesmente incompetentes” e que “tentaram matar o futebol”.

Ceferin ainda criticou diretamente o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, colocando em dúvida a afirmação do cartola de que a Superliga era um recurso para a sobrevivência dos clubes. “Diz que o clube só pode sobreviver com uma Superliga e depois tentar contratar Kylian Mbappé por 180 milhões de euros”.

Ele ainda conta ter sido alvo de ameaças e citou a possibilidade de reforma no Fair Play Financeiro impondo o pagamento de impostos aos clubes que excedessem o limite de gastos impostos pelas ligas locais e pelas entidade.

A Superliga provocou furor entre torcedores, governos, jogadores e técnicos, e o projeto desandou menos de 48 horas depois de seu lançamento quando os seis times ingleses se retiraram.

O Tribunal Comercial de Madri (Espanha) ordenou em julho que a Uefa cancelasse todas as sanções legais impostas a Real Madrid, Barcelona e Juventus por planejarem a criação da competição. A corte também instruiu a Uefa a não adotar nenhuma medida para tentar excluir os três clubes, que são os últimos dos 12 times originalmente por trás da liga dissidente, de suas competições, incluindo a Liga dos Campeões.

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