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PLACAR de fevereiro destaca Endrick, a mais jovem capa de nossa história

Além de perfil completo do novo fenômeno, edição traz reportagens sobre as SAFs, time inglês de dono brasileiro e os novos recursos das transmissões na TV

Por Da redação Atualizado em 2 fev 2022, 14h11 - Publicado em 2 fev 2022, 14h03

A edição de fevereiro de PLACAR já está disponível em nossas plataformas digitais em dispositivos iOS e também Android, e tem como principal destaque o jovem Endrick, de 15 anos, craque da última Copa São Paulo de Futebol Júnior e principal protagonista na inédita conquista do clube paulista na competição. Dissecamos detalhes sobre tudo o que envolve o nascimento do novo fenômeno, mais jovem capa da história quinquagenária da revista.

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A reportagem assinada por Klaus Richmond e Leandro Miranda, com registros fotográficos de Alexandre Battibugli, ouviu antigos técnicos, dirigentes, psicóloga, advogado, o nutrólogo responsável pela alimentação do adolescente, estafe que assessora os pais e outras fontes. Para marcar seis gols na competição – um deles uma pintura de bicicleta, de fora da área, nos 5 a 2 sobre o Oeste, nas quartas – Endrick precisou cortar refrigerantes, sucos, fast-food, achocolatados e cereais.

A matéria também ouviu o ex-jogador Edu, convocado para a Copa do Mundo de 1966 com apenas 16 anos, e contou uma incrível e desconhecida história sobre a estreia de Pelé pelo clube, em 7 de setembro de 1956, que traça um paralelo sobre a diferença de exposição dos jovens atletas nos anos 1950 e agora. O “boom” midiático de Endrick também é explicado.

Endrick, de 15 anos, o grande nome do país em janeiro -
Endrick, de 15 anos, o grande nome do país em janeiro – Reprodução/Placar

A edição do mês, que chega nas casas dos assinantes e às bancas de todo o país na próxima semana, traz uma série de outras reportagens especiais. Uma delas sobre as SAFs, modelo de negócio aprovado em lei que autorizou a compra do Cruzeiro e do Botafogo por Ronaldo Fenômeno e o americano John Textor, respectivamente. Com o título “O apito inicial de uma boa ideia”, a matéria ouviu especialistas para explicar sobre os potenciais riscos e benefícios.

Há, também, uma reportagem especial com o paulistano Guilherme Decca, que comanda o Wakefield, time da 11ª divisão inglesa que deseja seguir passos semelhantes aos do Fenômeno – mas fora do país.

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Outro destaque é a reportagem sobres os novos – e antigos – recursos da TV nas transmissões de jogos. A boa novidade são as câmeras que põe em foco o primeiríssimo plano e desfocam o fundo. Apenas uma tendência ou o futuro? Lembramos de outros recursos como o replay, a transmissão a cores, o tira-teima, a câmera 360 graus.  Perfilamos a espanhola Alexia Putellas – craque do Barcelona e melhor jogadora do mundo na atualidade.

Ensaio fotográfico sobre os estádios para a Copa do Catar e outras deliciosas histórias que relembramos nas sessões Entorta-Varal, Uma grande reportagem e Um grande time.

A carta do editor:

O golaço de Tite

O mundo do futebol parece alheio ao que acontece na sociedade, fora dos gramados, como se fosse de outra galáxia. É louvável, portanto, o gesto da CBF e de Tite ao deixar de fora da primeira convocação da seleção em ano de Copa o lateral-esquerdo Renan Lodi, do Atlético de Madri. O motivo: ele tinha tomado uma única dose da vacina contra a Covid-19 até meados de janeiro, na contramão do bom senso. “O que posso antecipar é que o Renan Lodi não pôde ser convocado pela não vacinação, ele teve alijada essa possibilidade, perdeu a oportunidade de concorrer”, disse o treinador, em seu estilo rococó. “Eu particularmente entendo que a vacinação é uma responsabilidade minha e de outras pessoas. Eu e minha família queríamos ter a oportunidade de poder proteger a todos, nossos netos. Segundo, há um aspecto de respeitar as autoridades sanitárias.” Foi um golaço.

Não pode mesmo haver espaço para posturas arriscadas e no mínimo mal-educadas, como a de Renan Lodi, ou negacionistas, como a do supercampeão de tênis Novak Djokovic. Ele desembarcou em Melbourne, para o Aberto da Austrália, na primeira semana de janeiro. Levava uma exceção médica aprovada pelo torneio. A imigração local resistiu. Deu-se um enorme conflito diplomático. Djoko ficou em um hotel para imigrantes ilegais, obteve recurso, chegou a treinar, mas foi vencido pela decisão final da Corte. Para piorar, “Novax Djocovid” (os apelidos foram inevitáveis) admitiu um erro no preenchimento do formulário de viagem e que desrespeitou o isolamento após testar positivo. Não há desculpa: foi um papelão completo diante de uma doença que matou mais de 5 milhões de pessoas no mundo.

***
A ilustração que abre a reportagem em torno da compra do Cruzeiro por Ronaldo, a partir da página 18, é do fluminense Marcos Vinicius Cabral, rubro-negro de coração. Autodidata — aprendeu a desenhar nas carteiras da escola, com versões do Batman e de lances de futebol —, trabalhou no Jornal do Brasil, no Jornal dos Sports e no Lance. Depois de entrar na faculdade de jornalismo, aos 40 anos (hoje tem 48), começou também a escrever.

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