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O ouro de Richarlison e a experiência de Felipão na PLACAR de agosto

Edição revela curiosidades da trajetória do craque, campeão também nas redes sociais, e explica porque o treinador é o grande nome de uma estirpe vencedora

Por Da Redação Atualizado em 23 set 2021, 17h53 - Publicado em 12 ago 2021, 15h41

A PLACAR de agosto já está disponível em nossas plataformas digitais em dispositivos iOS e também Android. A revista impressa chega às bancas na próxima semana. A reportagem de capa traz um perfil bem humorado de Richarlison, o camisa 10 da medalha de ouro na Olimpíada de Tóquio.

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A edição tem ainda um perfil de Felipão, de volta ao Grêmio, aos 72 anos, e um capítulo exclusivo de um livro fascinante, Escola Gaúcha de Futebol – A Árvore Genealógica dos Treinadores do Rio Grande do Sul, de Filipe Duarte.

Tem mais: uma lista de jovens promessas dos campeonatos da Europa, antessala da edição especial com o Guia dos Europeus que lançaremos em setembro.

Leia a seguir os principais trechos da Carta ao Leitor, homenagem a Lionel Messi, agora jogador do PSG:

O fim de uma era

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Há jogadores que marcam época, e PLACAR sempre tratou de tê-los em nossas capas e reportagens especiais. Lá no início da década de 1970, seguimos os derradeiros toques de Pelé dentro de campo. Depois vieram Zico, Roberto Dinamite, Sócrates e Falcão. A geração de Romário, o apogeu de Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, até desaguar em Neymar. Entre os europeus, ninguém foi tão predominante quanto Lionel Messi – sem dúvida alguma, o grande totem do futebol global nos últimos quinze anos. Para além dos gols e da genialidade com a bola nos pés, tudo o que Messi faz (ou deixa de fazer) interessa. Na revista de outubro de 2020, convidamos o autor mexicano radicado na Catalunha, Juan Villoro, a escrever um texto exclusivo em torno da confusão em que se metera o canhotinha, que quis ir embora, “mas se viu atropelado pela realidade nua e crua das regras do mercado – e ficou!”, como estampava a manchete de capa. Nas palavras de Villoro: “O melhor jogador do mundo não merecia sair do Barcelona com o clube em ruidoso desmanche. A tragédia é que ficar seria ainda pior para ele. E foi isso o que aconteceu”.

E então, às vésperas da conclusão da edição que você tem em mãos, veio a bomba: sim, agora Messi deve mesmo partir. O próprio presidente do Barça, Joan Laporta, deu a notícia. De modo a respeitar as normas do chamado “fair play financeiro” imposto pela Liga Espanhola, a equipe catalã precisaria reduzir drasticamente o salário de seu maior ídolo e artilheiro – eis a explicação oficial. Daí o fim do contrato. E o fim de uma era do futebol, porque Messi e a camisa 10 azul e grená são retrato de um tempo. PLACAR continua com Messi, não pretende perdê-lo de vista, ao contrário – e o acompanhará no novo time, o PSG.

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