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Messi se diz adaptado, mas pede calma com PSG: ‘Precisamos nos consolidar’

Craque argentino rejeitou favoritismo na Champions, relembrou duelos com Cristiano Ronaldo e analisou Barça de Xavi e Daniel Alves

Por Da Redação 23 nov 2021, 11h02

Recém-chegado ao Paris Saint-Germain, Lionel Messi já se sente em casa. Aos 34 anos, o argentino teve de deixar o Barcelona, clube no qual foi criado e se consagrou, em busca de novos desafios e seduzido pelo projeto bilionário do clube francês. Com a parceria da jovem estrela Kylian Mbappé e do amigo brasileiro Neymar, faz parte do ataque mais badalado da atualidade. O objetivo é claro: conquistar a inédita taça da Liga dos Campeões para o time parisiense. Mas Messi, em entrevista ao diário espanhol Marca, rejeitou o favoritismo na competição, exaltou outros candidatos e pediu calma: “Somos candidatos pelo nome, mas precisamos nos consolidar”.

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Desde que chegou à Cidade Luz, o argentino entrou nove vezes em campo e marcou quatro gols. O PSG, porém, sob comando do compatriota Mauricio Pochettino, não empolga e apresenta dificuldades para encaixar todas as estrelas no time. Desse modo, da mesma forma que Messi, Neymar e Mbappé passaram a ser contestados e, em diversos momentos de partidas, um deles precisou ser sacrificado em prol de um time mais equilibrado.

Questionamentos acerca de um vestiário conturbado vem se tornando constantes, assim como críticas às escolhas do treinador. Messi, porém, nega qualquer instabilidade nos bastidores: “É um vestiário muito unido”. O argentino ainda elogiou Sergio Ramos, também contratado recentemente pelo PSG, com quem travou acalorados duelos nos clássicos entre Barcelona e Real Madrid. “Sempre nos respeitamos muito, não importava a rivalidade. Hoje, ter Sergio como parceiro é um espetáculo”.

Sem enfrentar Cristiano Ronaldo desde um Barcelona x Juventus em dezembro de 2020, na qual o time italiano venceu por 3 a 0, no Camp Nou, com dois gols do atacante português, Messi recordou os duelos que marcaram época na Espanha e analisou o momento de seu grande antagonista.  “Cristiano já conhecia o Manchester United, mas se adaptou de forma impressionante. Desde o início marcou gols”, disse.

“Faz muito tempo que não competimos na mesma liga. Competíamos individualmente e em equipe para os mesmos objetivos. Foi um palco bonito para nós e também para as pessoas. É algo que ficará na história do futebol”, completou.

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Sem esconder carinho e torcida pelo Barcelona, apesar da saída com fortes críticas à forma com que o clube era gerido, Messi revelou torcida por Xavi, ex-companheiro de clube e agora treinador da equipe catalã. “Ele sabe muito, conhece a casa perfeitamente e mora em Barcelona desde a infância. Ele renovou a ilusão porque é uma pessoa altamente respeitada pelos fãs. Com ele, a equipe vai crescer muito. Não tenho dúvidas”.

Além do meio-campista, o Barça contratou o ídolo Daniel Alves para auxiliar na fase de construção, mas com influência dentro dos campos. Companheiro de Dani por muitos anos, o argentino se mostrou otimista: “Pode somar para os jovens. (…) Ele também contribuirá muito fora de campo com seu trabalho diário, o compromisso e seu desejo de sempre vencer”.

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