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Messi e Cristiano se enfrentam após 946 dias e põem números à prova

Com Barcelona e Juventus já classificados, jogo no Camp Nou tem pouco efeito para a Liga dos Campeões, mas marca o retorno de uma histórica rivalidade

Por Da Redação Atualizado em 23 set 2021, 20h46 - Publicado em 8 dez 2020, 08h30

De 6 de maio de 2018 até 8 de dezembro de 2020 o futebol europeu viveu momentos marcantes. Viu o surgimento de um novo fenômeno chamado Erling Haaland, atualmente o principal nome Borussia Dortmund, goleadas impiedosas, como o 8 a 2 do Bayern sobre o Barcelona, na semifinal da última Liga dos Campeões, ou mesmo a virada histórica do Liverpool, que conduziu o time ao título da competição europeia de 2019.

O período, curiosamente, marca também uma lacuna no futebol mundial. Representa a ausência de jogos entre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, detentores de 11 bolas de ouro (seis do argentino e cinco do português) e responsáveis por concentrar o maior protagonismo do esporte na última década.

Nesta terça-feira, 8, 946 dias depois do último confronto – um empate em 2 a 2 entre Barcelona e Real Madrid, pela 36ª rodada de La Liga, com um gol de cada –, eles voltam a se enfrentar novamente. A partida acontecerá no Camp Nou, às 17h (de Brasília), pela última rodada da fase de grupos da competição europeia.

 

O jogo, de fato, tem pouco peso para as equipes. Barcelona e Juventus nadam de braçadas no Grupo G, com classificações asseguradas, mas o 36º encontro é considerado imperdível já que pode ser, também, o derradeiro. O time catalão tem 15 pontos e 100% de aproveitamento, enquanto os italianos 12.

A projeção de um possível último confronto se dá pelo fato de dupla vitoriosa atuar em ligas diferentes e já ter idade mais avançada no futebol – Messi completou 33 anos em junho e Ronaldo fez 35 em fevereiro. O argentino ainda tem futuro incerto ao final da temporada, com o término do contrato com o Barcelona.

O reencontro entre Ronaldo e Messi poderia ter ocorrido já em 28 de outubro, em Turim, mas acabou adiado devido ao teste positivo do português para Covid-19. Na ocasião, Messi conduziu os catalães a uma vitória por 2 a 0, um dia após a explosão de uma das maiores crises políticas vividas pelo clube, que levou à renúncia do presidente José Maria Bartomeu. Ele marcou de pênalti, já nos acréscimos.

Na véspera, os dois treinadores fizeram questão de exaltar a dupla – e a não provocar o adversário. “É fantástico que eles tenham mantido este nível por 15 anos, foram os dois melhores do mundo nos últimos anos. Meu reconhecimento a eles, porque suas características são muito diferentes, mas ambos são capazes de fazer gols, hat-tricks, ganhar títulos. Não se trata de dizer qual é o melhor, porque os dois ganharam muitas coisas. Temos de desfrutrar”, disse Ronald Koeman, técnico do Barcelona. 

“Koeman está certo, seria errado dizer quem é melhor entre Messi e Cristiano Ronaldo. Eles são dois fenômenos que fazem espetáculos para milhões de fãs. Só temos que agradecer a eles”, completou Andrea Pirlo, treinador da Juventus. 

Histórico favorece o argentino

Nos 35 confrontos até aqui, Messi carrega larga vantagem: 16 vitórias, contra nove do português; 22 gols marcados, diante de 19 do rival. Os maiores placares também são liderados por Messi: 5 a 0, 4 a 0 e 3 a 0, todos construídos com Cristiano Ronaldo em campo.

Em caso de jogos apenas por La Liga, o argentino lidera com 10 vitórias contra 4 do rival em 18 jogos disputados. Na Liga dos Campeões, são três triunfos de Messi, um empate e uma derrota. Em todas as vezes que se cruzaram, algum deles terminou levantando o título da competição.

Messi marcou três gols na atual edição da competição, tem 118 na história, mas ainda está atrás de Ronaldo, maior artilheiro da história com 132 gols. O jogo pode, sim, representar muito e promover uma espécie de “The Last Dance” entre os craques. Fãs da dupla querem sonhar que não.

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