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Gabriel Jesus: ‘Críticas ao meu desempenho em 2018 são compreensíveis’

Atacante se disse feliz com sua atual fase, jogando pelas pontas no Manchester City, e evitou comparar trabalhos de Guardiola e Tite

Por Guilherme Azevedo 5 out 2021, 17h24

Gabriel Jesus está de volta à seleção brasileira e animado. Ausente na última rodada em razão da polêmica envolvendo clubes ingleses e os protocolos da Covid-19, o atacante do Manchester City está à disposição de Tite para os duelos das Eliminatórias contra Venezuela, Colômbia e Uruguai, que devem carimbar matematicamente o passaporte da equipe para a Copa do Catar, em 2022. Nesta terça-feira, 5, Gabriel Jesus falou sobre seu bom momento (tem três gols em nove jogos na temporada e vem sendo bastante elogiado pelo técnico Pep Guardiola) e já começou a projetar o próximo Mundial.

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Camisa 9 do Brasil na Copa do Mundo da Rússia, na qual não marcou nenhum gol, o atacante de 24 anos disse compreender as contestações ao seu desempenho no último Mundial, mas acredita estar mais preparado para uma próxima oportunidade. “Vendo pelo meu lado torcedor, as críticas pelo meu desempenho em 2018 são compreensíveis. O que eu posso fazer é trabalhar e buscar evoluir. Espero fazer meu melhor e ficar mais perto de disputar mais uma Copa e que dessa vez as coisas aconteçam diferente”, disse Jesus, em entrevista coletiva virtual, direto de Bogotá, na Colômbia, onde a seleção treina.

Gabriel Jesus detalhou a maneira como vem atuando na Inglaterra, semelhante à forma como muitas vezes foi escalado na seleção. “Comecei jogando no Palmeiras de ponta e depois, óbvio, fui indo mais para atacante: segundo e depois primeiro atacante. Então, eu consigo jogar naquelas posições e venho sempre para fazer meu melhor. No City, estou jogando na ponta, mas o importante é sempre ter a confiança dos treinadores”, disse.

  • “Comecei a temporada mais alegre, jogando mais pela beirada e muito bem. Espero, sim, realmente voltar a marcar gols e crescer os números pela seleção brasileira, assim como eu fiz nas primeiras convocações”, completou o jogador, que marcou sete gols nas Eliminatórias passadas, mas ainda não balançou as redes nesta edição.

    Questionado sobre a forma de trabalhar de seus treinadores, Gabriel Jesus considerou a comparação injusta. “Tite e Guardiola são grandes treinadores, com quem tenho prazer de trabalhar, mas não tem como comparar. Um é de clube, outro de seleção, são dois tipos de futebol diferentes. O Tite tem pouco tempo com seus jogadores e isso pesa. Conhecendo ele, sei o quanto ele gosta de estar com o grupo, de trabalhar, de vencer, vencer e vencer, essa é a palavra que mais usamos aqui. ”

    O Brasil enfrenta a Venezuela na próxima quinta-feira, 7, em Caracas. Depois, encara a Colômbia, em Barranquilla, no domingo, 10, e fecha a rodada tripla contra o Uruguai, em Manaus, dia 14. Neymar está suspenso da primeira partida e Tite tem dúvidas para a formação do ataque, que conta ainda com Gabriel Barbosa, Antony, Vinicius Junior, Gabriel Cabral e Raphinha.

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