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Felipe Melo marca o 1º pelo Palmeiras: ‘Já me considero ídolo’

Depois de balançar as redes e imitar pitbull, meio-campista negou desrespeito a rivais e defendeu sua forma de se expressar: ‘Falo o que penso’

Por Da redação Atualizado em 21 out 2021, 01h22 - Publicado em 23 mar 2017, 09h11

Felipe Melo marcou, de cabeça, seu primeiro gol pelo Palmeiras na vitória por 2 a 0 sobre o Mirassol, na noite desta quarta-feira, no Allianz Parque, pelo Campeonato Paulista. Na comemoração, o meio-campista imitou um pitbull e recebeu o carinho da torcida alviverde. E, após a partida, disse já se sentir um ídolo do clube.

“Ídolo eu acho que já sou, agora falta marcar a história e isto vem com títulos. O Palmeiras fez um elenco forte, estamos desempenhando um bom papel, mas falta muita coisa ainda. Depois do jogo contra o Santos eu e o Fernando Prass falamos de humildade. Não podemos deixar a soberba tomar conta do que a gente vem fazendo.”

Apesar do discurso, Felipe Melo não titubeou ao responder se o Palmeiras é hoje o time a ser batido no Brasil. “Óbvio que é. É o atual campeão brasileiro e, por isso, o Palmeiras é o time a ser batido. Não significa que somos os melhores. Claro que temos um dos melhores elencos do Brasil e vamos brigar por todos os títulos.”

O jogador de 33 anos voltou a defender a sua forma de se expressar. “A imprensa tem de entender uma coisa: querem que o cara seja verdadeiro ou querem o ‘mimimi’, o politicamente correto? Eu falo o que penso.” E negou que tenha desrespeitado o Santos ao final do clássico do último domingo. “Era uma brincadeira. Não sabe brincar? Não desce para o play.”

Na Vila Belmiro, Felipe Melo causou controvérsia ao rebater provocações da torcida santista. “A gente está acostumado a jogar em caldeirão. Nunca vi caldeirão com 8.000 pessoas. Caldeirão é lá no chiqueiro. Mas é isso, é um grande time. Deixando a brincadeira de lado, o Santos é um ótimo time, excelente time”, afirmou, na ocasião.

Durante o jogo, um grupo de santistas cantou “não é mole não, Felipe Melo afundou a seleção”, lembrando a expulsão do jogador na eliminação diante da Holanda, nas quartas de final da Copa de 2010.

(com Estadão Conteúdo)

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