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‘Fake news’: Tite nega espionagem com drone em treino do Peru

“Não tenho mais idade para isso”, brincou o treinador da seleção, acusado por jornal peruano ate de usar até agentes disfarçados

Por Luiz Felipe Castro Atualizado em 28 set 2021, 11h28 - Publicado em 21 jun 2019, 20h12

Tite disse ter sido vítima de ‘fake news’ da imprensa peruana, na véspera do duelo entre as seleções, pela terceira rodada da Copa América. Na entrevista coletiva em que deu pistas sobre mudanças no ataque do Brasil, o técnico negou com firmeza as informações divulgadas pelo jornal Líbero, de que teria espionado, com direito a drone e “agentes” disfarçados de seguranças para espionar o treinamento da seleção peruana.

“Tenha a minha palavra de honra de que não teve nada, palavra de honra . Se tiver que pagar esse preço para vencer, eu pego meu boné e vou para casa. Não tenho mais idade para isso, não fiz isso nem no começo de carreira…”, cravou Tite, na Arena Corinthians, sede da partida deste sábado, 22.

Em seguida, Tite se lembrou de que, fez sim, outro tipo de espionagem há quase 20 anos. “Fiz, sim, mas não compare, porque era um treino aberto. Mandei o Cleber (Xavier, seu auxiliar) dar uma olhada no treino do Corinthians. Mas treino fechado, aí não.”

Em seguida, entrou no clima de brincadeira. “Tá, no início de carreira eu fiz, mas não faço mais, aprendi com o erro.” na história citada pelo técnico, então como treinador do Grêmio, Tite enviou Cleber Xavier para assistir o treinamento do Corinthians, adversário da final da Copa do Brasil de 2001. O “espião”, no entanto, foi descoberto por Vanderlei Luxemburgo, treinador corintiano, e expulso do Parque São Jorge. No dia seguinte, o Grêmio foi campeão no Morumbi, no primeiro título nacional de Tite.

 

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