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Esposa de Pedro Rocha relata injúrias raciais após jogo contra o Grêmio

Autor de dois gols na vitória por 4 a 2 sobre os gaúchos, no domingo, atacante do Athletico Paranaense foi chamado de "preto" e "favelado"

Por Da Redação Atualizado em 27 set 2021, 17h12 - Publicado em 27 set 2021, 17h09

Destaque da vitória do Athletico Paranaense por 4 a 2 sobre o Grêmio, no domingo, 26, na Arena da Baixada, o atacante Pedro Rocha relata ter sido alvo de injúrias raciais nas redes sociais. A denúncia foi feita pela esposa do atleta, Tamy Martins, que publicou insultos que xingavam o jogador e o chamavam de “preto” e “favelado”. Na mesma publicação, a família diz que tomará as medidas cabíveis.

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“P… no c… No Grêmio, tu não fazia nada, né? Seu m…., favelado, preto”, mostrou na mensagem, respondida com um texto por ela: “não toleramos nenhum tipo de discriminação ou preconceito, principalmente o de injúria racial, e lamentamos profundamente que situações como essa ainda aconteçam!! Adotaremos as medidas legais cabíveis, certos de que estamos fazendo a nossa parte!”.

 Esposa relatou ofensas direcionadas a Pedro Rocha - Reprodução/Instagram

Pedro Rocha, 26 anos, chegou ao clube na metade de agosto, em empréstimo do Spartak Moscou. Formado no Grêmio, o jogador retornou ao Brasil para uma temporada no Cruzeiro. Posteriormente, teve passagem apagada pelo Flamengo.

  • No acordo, o Spartak prevê o pagamento de 5,5 milhões de euros (33 milhões de reais) pela compra definitiva do atleta caso atue em 60% das partidas. Ele foi contratado com a missão de substituir Vitinho, destaque da equipe, negociado com o Bordeaux por 10 milhões de euros (60 milhões de reais).

    O caso mais recente de racismo envolveu o meia Celsinho, do Londrina, ofendido por um conselheiro do Brusque, Júlio Antônio Petermann, com as palavras “vai cortar esse cabelo seu cachopa de abelha”.

    O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) condenou o clube catarinense e Petermann ao pagamento de multa, além da perda de três pontos na Série B do Campeonato Brasileiro. O conselheiro foi condenado a 360 dias de suspensão e multa de 30.000 reais.

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