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Entenda como funciona o VAR, o árbitro de vídeo usado na Copa

Novo recurso será uma das marcas do Mundial da Rússia, mas não pode ser consultado em todos os lances

Por Alexandre Salvador Atualizado em 28 set 2021, 19h45 - Publicado em 16 jun 2018, 19h37

Aos 11 minutos do segundo tempo do jogo entre França e Austrália em Kazan, no último sábado, um momento histórico. Pela primeira vez em uma Copa do Mundo, um pênalti foi marcado com a ajuda do VAR, sigla em inglês para video assistant referee – o árbitro de vídeo. O juiz uruguaio Andrés Cunha não viu a falta de Ridson em cima do francês Griezmann e contou com a ajuda da tecnologia para marcar a penalidade, que resultou em gol do próprio atacante. Em mais uma utilização do recurso, em outra partida do sábado mais um pênalti foi marcado com auxílio do VAR. O peruano Cueva, porém, desperdiçou a cobrança no jogo contra a Dinamarca.

Na lance que antecedeu o gol da Suíça, no jogo de empate com o Brasil neste domingo, os jogadores brasileiros pediram o uso do VAR, mas não foram atendidos pelo juiz mexicano Cesar Miranda. Diversos ângulos da gravação do jogo mostram que Steven Zuber empurrou o zagueiro brasileiro Miranda logo antes da Suíça igualar o placar.

Reportagem de VEJA desta semana explica em detalhes como funciona o VAR e por que o gesto dos juízes desenhando no ar um retângulo imaginário será uma das marcas da Copa da Rússia. A mímica é o sinal que os árbitros farão para avisar que um lance capital precisará ser revisto com a ajuda do árbitro assistente de vídeo.

Na Copa de 2018, o VAR vai ser utilizado somente para checar quatro tipos de jogada: 1) anular um gol ilegal, feito com a mão ou por um jogador impedido (ou validar um gol legal); 2) marcar um pênalti claro e que tenha passado despercebido (ou corrigir uma simulação); 3) expulsar um jogador que tenha cometido falta passível de cartão vermelho direto (e que tenha passado despercebida pelo árbitro); e 4) em caso de confusão de identidade — ou seja, se o juiz mostrar cartão, amarelo ou vermelho, ao jogador errado. A revisão desses tipos de lance será feita por uma equipe de quatro juízes profissionais, instalados em uma cabine dentro do Centro Internacional de Transmissões, em Moscou — treze árbitros se revezarão nessa tarefa, entre eles o brasileiro Wilton Pereira Sampaio, da Federação Goiana de Futebol.

Ou seja, não será em todo lance decisivo que haverá o sinal de socorro para o árbitro eletrônico. Para os jogadores que gostam de discutir toda marcação da arbitragem, um alerta: quem importunar o juiz no momento da revisão de um lance, ou tentar forçar a barra pedindo a participação do VAR, levará cartão amarelo.

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