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Dono do Pyramids vai retirar investimentos e vender jogadores

Fase de ‘novo rico’ do clube egípcio dura apenas alguns meses e Keno, Rodriguinho e Ribamar devem voltar ao mercado em breve

Por Da redação Atualizado em 28 set 2021, 17h03 - Publicado em 25 set 2018, 11h18

A estadia dos brasileiros Rodriguinho, Keno e Ribamar no Egito não deve durar muito. Nesta terça-feira, o site egípcio KingFut informou que o xeque Turki Al-Sheikh, o excêntrico milionário saudita que comprou o Pyramids FC e investiu mais de 135 milhões de reais em 22 contratações, decidiu retirar seus investimentos no clube e vender os atletas.

Turki Al-Sheikh, que é presidente do Comitê Olímpico da Arábia Saudita e primo do príncipe do país, comprou o clube (que antes se chamava Al Assiouty Sport e foi rebatizado para Pyramids) no início do ano e injetou milhões de dólares para tentar rivalizar com o maior clube local, o Al Ahly, do qual foi presidente de honra e saiu por desentendimentos com a diretoria.

O xeque, no entanto, vem sendo alvo de críticas da imprensa e torcida locais e decidiu desistir do negócio. Recentemente, ele demitiu o técnico brasileiro Alberto Valentim por não concordar com a escalação do atacante brasileiro Ribamar.

Pelas redes sociais, Turki Al-Sheikh já havia revelado seu interesse. “Penso seriamente em retirar os investimentos no esporte no Egito. Todo dia há uma história e um ataque estranho de todos os lados, uma dor de cabeça desnecessária”, escreveu. O Pyramids é o segundo colocado da liga local, dois pontos atrás do Zamalek.

 

 

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