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Danilo: ‘Marco Neymar desde 2010. É inevitável dar umas pisadinhas…’

O lateral foi companheiro de Neymar no Santos e disse, em tom de brincadeira, que agora ‘alivia’ nas disputas

Por Luiz Felipe Castro Atualizado em 28 set 2021, 20h19 - Publicado em 30 Maio 2018, 16h48

LONDRES – De mero candidato a reserva de Daniel Alves na Copa do Mundo a possível titular da seleção brasileira na Rússia, Danilo concedeu entrevista nesta quarta-feira no CT do Tottenham, em Londres, e falou sobre como é treinar com seu ex-companheiro de Santos, Neymar“Todos os dias enfrento o Neymar nos treinos. Sempre dou uma pisadinha nele, e o vejo cada dia melhor e mais rápido. Brinquei que desde 2010 eu marco ele nos treinos e é sempre complicado, porque é muito rápido, sai para os dois lados. Agora tenho dado uma aliviada nas pisadinhas, mas é inevitável”, brincou o jogador do Manchester City.

Tabela completa de jogos da Copa do Mundo 2018

Campeão da Libertadores pelo Santos, Danilo saiu do Brasil quando tinha 20 anos, rumo ao Porto. Ficou quatro temporadas no futebol português antes de chamar a atenção do Real Madrid. Ficou duas temporadas no clube espanhol, pelo qual conquistou a Liga dos Campeões, mas perdeu a condição de titular para Dani Carvajal. Contratado pelo Manchester City na última temporada, atuou por boa parte da campanha do campeão inglês na esquerda ou na reserva, mas avaliou sua estreia na Premier League como positiva.

“Os primeiros seis meses foram mais de adaptação. A Premier league tem muito contato físico foi um aprendizado. Pude ajudar na lateral esquerda, que foi importante para eu ter tempo de jogo. Consegui jogar melhor nos últimos jogos, com mais força, em alto  nível. Fiquei bastante satisfeito com minha primeira temporada, mas não quero parar. Na próxima, quero ser titular na direita.”

Seu retorno à seleção passou pela mudança de clube no último ano. “A minha volta à seleção foi bastante trabalhada e pensada quando decidi deixar o Real. Foi uma mudança muito grande para a minha família, também de país, cultura e a língua, que é uma barreira”, disse. “Mas estava confiante que mudando de clube e em um projeto em que tivesse mais tempo de jogo, poderia voltar. Acho que foi acertado, um ano em que tive mais confiança para exercer o futebol que sempre joguei.”

CRISE – Filho de ex-caminhoneiro, o jogador mineiro defendeu a paralisação e os protestos em todo o país. “Ontem, troquei mensagem com meu pai. Ele falou que a greve continua e que eles (caminhoneiros) estão certos. Para nós que moramos longe há muitos anos, é muito difícil expressar opinião sobre o tema, mas o que vejo é que a população paga impostos e não recebe benefícios. Então, acho que estão certos em protestar em relação a isso.”

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