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Palmeiras cala o Mineirão e garante vaga na final da Libertadores

Gol de Dudu garantiu o empate em 1 a 1 e a classificação para a decisão de 27 de novembro em Montevidéu contra Flamengo ou Barcelona do Equador

O atual campeão Palmeiras se classificou pela sexta vez à decisão da Copa Libertadores ao empatar por 1 a 1 com o Atlético Mineiro na noite desta terça-feira, 28, no Mineirão, em Belo Horizonte. O clube mineiro saiu na frente com Eduardo Vargas, que em seguida desperdiçou uma boa chance, mas Dudu marcou o gol que calou a torcida atleticano e garantiu a classificação alviverde. Como o jogo de ida terminou sem gols em São Paulo, o Palmeiras avançou pela regra do gol fora de casa.

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Na final do dia 27 de novembro, em Montevidéu, no Uruguai, contra quem passar de Flamengo e Barcelona de Guayaquil, que se enfrentam no Equador na quarta-feira, 29. A equipe brasileira venceu o jogo de ida no Maracanã por 2 a 0.

Assim como já havia ocorrido na fase anterior diante do River Plate, o Atlético contou com o apoio da torcida. A primeira etapa foi mais movimentada que a da partida de ida e teve equilíbrio. O Atlético levou perigo em chutes de Nacho Fernández, o grande maestro do time, e Eduardo Vargas. O Palmeiras respondeu em jogada com Piquerez.

O Atlético foi para o abafa no início da segunda etapa e saiu na frente aos sete minutos quando Jair deu belo cruzamento para Vargas completar para as redes e fazer a festa no Mineirão. Pouco depois, o experiente jogador chileno a chance de matar o jogo ao receber passe de Nacho Fernández e invadir a área livre, mas parou na defesa de Weverton.

O Palmeiras precisava de um gol para e no momento em que o Galo parecia mais perto do segundo, o time paulista alcançou a igualdade aos 23 minutos, quando Gabriel Verón, que havia acabado de entrar, foi mais espeto que Nathan Silva, ganhou a dividida e passou para Dudu empurrar para as redes. De volta ao clube após um ano no futebol árabe, o ídolo alviverde já havia sido decisivo nas quartas de final, diante do São Paulo.

O Atlético foi para o tudo ou nada, empurrado pelos gritos de “eu acredito”. O técnico Cuca chegou a colocar o veterano zagueiro Rever no ataque, para brigar pela bola aérea, mas não obteve sucesso.

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