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Conmebol multa Boca em R$ 144 mil por atos racistas na Neo Química

Time argentino foi punido, mas não sofrerá perda de mando de campo; entidade ainda não se manifestou sobre novos casos em confronto na Bombonera

Por Da redação Atualizado em 23 Maio 2022, 17h32 - Publicado em 23 Maio 2022, 17h27

A Conmebol anunciou nesta segunda-feira, 23, punição ao Boca Juniors pelos gestos racistas feitos por um torcedor do time argentino na derrota por 2 a 0 para o Corinthians, em confronto válido pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores, na Neo Química Arena, em São Paulo. O Boca pagará multa de 30 mil de dólares (cerca de 143 mil reais). A medida foi definida quase um mês após as ocorrências.

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No último dia 26, um torcedor do clube argentino, Leonardo Ponzo, foi detido pela polícia por imitar um macaco em direção aos torcedores do Corinthians. Ele deixou a delegacia após pagamento de 3000 reais de fiança, realizado pelo consulado argentino, segundo apuração do jornal Folha de S.Paulo.

Os argentinos foram enquadrados aos artigos 9 e 17 do novo Código Disciplinar da entidade. O 9 prevê “responsabilidade objetiva”, explicando que os clubes são responsáveis pelo comportamento de seus torcedores, enquanto o 17 fala sobre “discriminação” alegando em um de seus parágrafos que “qualquer associação, membro ou clube cujos torcedores incorram em comportamentos descritos no parágrafo anterior será sancionado com uma multa de, pelo menos, QUINZE MIL DÓLARES AMERICANOS (USD 15.000)”.

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Curiosamente, torcedores do Boca repetiram as atitudes racistas no empate por 1 a 1 , em La Bombonera, em Buenos Aires. O registro foi feito por pessoas que estavam no estádio e circulou nas redes sociais. Os brasileiros afirmaram ter feito uma reclamação formal à Conmebol pelo novo caso, ainda sem julgamento.

Após inúmeros casos de racismo durante partidas da Copa Libertadores, como o que aconteceu na vitória por 2 a 0 do River Plate sob o Fortaleza, no dia 13 de abril, no estádio Monumental de Nuñez, a Conmebol anunciou punições mais severas aos clubes cujos torcedores cometerem esse tipo de ação.

Além dos episódios de racismo envolvendo Corinthians e Fortaleza, casos semelhantes também se repetiram por parte de torcedores do Emelec diante do Palmeiras, no Equador, do Estudiantes contra o Red Bull Bragantino, na Argentina, e Universidad Católica contra o Flamengo, no Chile.

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