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Com 12 novos casos, Ponte Preta endurece medidas e fecha até estádio

Desde o início do ano, clube já registrou 32 novos casos do vírus; jogadores não utilizam mais vestiários do CT e estádio Moisés Lucarelli foi fechado

Por Da Redação Atualizado em 23 set 2021, 20h15 - Publicado em 19 mar 2021, 10h14

O surto de Covid-19 que atinge a Ponte Preta desde o início da temporada aumentou com mais 12 novos casos confirmados. O clube de Campinas (SP) anunciou que oito jogadores, além do técnico Fábio Moreno e outros três integrantes do departamento de futebol testaram positivo para o vírus após a partida contra o Botafogo-SP, no último dia 13, em Ribeirão Preto, e anunciou medidas rígidas para tentar controlar a doença. Desde o início do ano, a Ponte já registrou 32 contaminações.

No centro de treinamento do clube estão proibidos os usos de vestiário e banheira, sala de musculação. Os jogadores já chegam trocados de suas próprias casas e deixam a atividade sem tomar banho ou se trocarem. Além disso, somente atletas e membros da comissão técnica estão autorizados a frequentarem o CT. A presença de dirigentes e assessores de imprensa foram vetadas.

O clube também cortou o café da manhã oferecido aos atletas, evitando redução de convívio coletivo nas áreas do CT. O clube explica que apesar da exigência da Federação Paulista de Futebol (FPF) da realização de uma testagem por semana, segue realizando dois testes por uma maior rigidez e controle dos casos suspeitos.

Entre os novos casos zagueiro Thiago Lopes, o Thiagão, testou negativo, mas foi afastado por estar com sintomas. Atletas e funcionários receberam uma cartilha de orientação diária. O clube também diz que fechou totalmente o estádio Moisés Lucarelli, com exceção para portaria e segurança, além de funcionários de manutenção do gramado. Todos os demais funcionários estão em home office.

A Federação Paulista de Futebol (FPF) anunciou a suspensão da rodada deste fim de semana, recuando inicialmente com a projeção de uma ação judicial conjunta para tentar obter liminar que autorizasse as partidas da competição. De acordo com a FPF, ainda não há uma nova data para a disputa da quinta rodada, que contaria com oito jogos, quatro deles no sábado e outros quatro no domingo. O principal seria o clássico entre Palmeiras e São Paulo, no Allianz Parque.

A decisão de não parar o campeonato teve apoio unânime dos 16 clubes, além de representantes de sindicados de atletas, árbitros e treinadores. A entidade citou que “o protocolo de saúde do futebol é extremamente seguro” e que a proposta de “bolha de segurança” apresentada ao governo estadual “garante um controle ainda maior na organização da competição em São Paulo”. Além disso, também afirmou que recorreria a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

De acordo com o presidente do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, Rinaldo Martorelli, existe a possibilidade de o campeonato continuar sendo disputado no Mato Grosso do Sul, mas a hipótese ainda não é confirmada pela entidade. Uma nova reunião entre os clubes e a FPF ficou agendada para a próxima segunda-feira, às 10h.

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