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Aubameyang é liberado da Copa Africana por problema no coração

Atacante volta ao Arsenal para fazer exames mais aprofundados após ter diagnosticadas lesões cardíacas relacionadas à Covid-19

Por Da redação Atualizado em 17 jan 2022, 11h13 - Publicado em 17 jan 2022, 11h06

O atacante Pierre-Emerick Aubameyang foi liberado pela seleção do Gabão nesta segunda-feira, 17, em meio à disputa da Copa Africana de Nações, e vai voltar para seu clube, o Arsenal, da Inglaterra, para fazer exames mais aprofundados sobre lesões no coração decorrentes de sequelas da Covid-19. O problema foi inicialmente divulgado na sexta-feira, 14, e ele já havia desfalcado o time nas duas primeiras rodadas da competição.

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Além de Aubameyang, capitão da seleção, outros dois jogadores tiveram lesões cardíacas detectadas em exames: o volante Mario Lemina, do Nice, da França, e o atacante Axel Méyé, do Ittihad Tanger, do Marrocos. A federação gabonesa anunciou que Lemina também foi liberado para voltar ao seu clube.

Principal jogador do Gabão, Aubameyang deixa a Copa Africana sem sequer estrear. Na rodada de abertura, contra Comores, ele foi desfalque por ter testado positivo para Covid-19, poucos dias depois de ter sido flagrado com colegas de time em uma festa. Na segunda partida, contra Gana, os problemas cardíacos foram a causa do desfalque.

Aubameyang, de 32 anos, já havia perdido o jogo de abertura do torneio, contra Comores, na última segunda. A notícia do teste positivo surgiu poucos dias depois de ele ter sido flagrado festejando com companheiros de equipe quando estavam em Dubai. No Arsenal, ele está atualmente afastado por problemas disciplinares.

Recentemente, outro jogador de um grande clube europeu teve problemas cardíacos relacionados a sequelas da Covid-19 detectados: o lateral esquerdo Alphonso Davies, do Bayern de Munique. O jogador canadense de 21 anos foi diagnosticado com uma miocardite, tipo de inflamação nas células do músculo do coração.

Segundo estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), o risco de inflamação cardíaca é 16 vezes maior em casos de Covid-19 do que em pacientes saudáveis.

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