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Alívio, medo e clamores: jogadores chegam ao Brasil após fuga da guerra

Atletas que atuam na Ucrânia desembarcaram no país depois de dias em bunker e pedido de socorro em meio a ataques e destruição

Por Da redação Atualizado em 1 mar 2022, 17h02 - Publicado em 1 mar 2022, 10h29

Cinco dias depois do primeiro vídeo de pedido por ajuda em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia, os jogadores de Shakhtar Donetsk e Dínamo de Kiev, que estavam confinados em bunker, conseguiram fugir do conflito e chegar ao Brasil, junto a seus familiares. O primeiro a desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos foi Maycon, volante ex-Corinthians, e sua família. O meio-campista relatou alívio por poder sair do país, segundo cobertura do ge.globo.

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Junto aos familiares, Maycon contou que sentiu medo durante o tempo de guerra. Sobre a explosão do conflito, afirmou que houve surpresa: “Pegou um pouco a gente de surpresa. Sabíamos do risco, mas tínhamos diversas informações e não acreditávamos que seria daquela forma. Maior tristeza foi porque tinha esposa, filho, pai e mãe comigo e não queria que eles passassem por isso.”

Além de Maycon, o meia Pedrinho também conseguiu retornar ao Brasil. Emocionado, o jogador relatou ter se assustado com a situação da guerra e admitiu medo: “Todas as vezes que eu falava com meus pais, eu sempre me despedia, pois não sabia se seria a última vez.” Em suas redes sociais, o atleta clamou pelo fim da guerra.

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Porta-voz do grupo nos vídeos por ajuda, o zagueiro Marlon Santos, revelado no Fluminense, chegou no Aeroporto Internacional de Galeão, no Rio de Janeiro, contou sobre o desespero de estar em meio a uma guerra: “Sensação de terror e de desespero a cada momento. Escutávamos barulhos de caças e barulho de bombas. Era uma situação horrível. Mas teve pessoas que se dispuseram a arriscar, como o Junior Moraes, que conseguiu ir atrás de alimentos, fraldas pra crianças e aí ficamos mais tranquilos e nos unimos para mantermos a calma e conseguir uma solução para sair daquele local.” O defensor salientou a importância de Júnior Moraes, brasileiro naturalizado ucraniano.

O atacante do Shakhtar correu o risco de ser convocado pelo exército ucraniano. No entanto,  Moraes conseguiu cruzar a fronteira. Residente no país há uma década, tem forte relação com o local e doou 287 mil reais para o governo da Ucrânia.

Ao todo, 33 jogadores brasileiros atuam na primeira divisão do campeonato da Ucrânia. Não há a informação se todos conseguiram fugir do país.

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