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Um mês após título inédito, Tite exalta elenco fechado e harmonioso

Há exatamente um mês o Corinthians vencia pela primeira vez na história o título da Copa Libertadores. Uma das qualidades do elenco campeão foi o bom ambiente, algo que os atletas não deixaram se perder, segundo Tite. ‘Mudaram-se algumas peças, mas não aquele lado de amizade. A gente fica fomentando isso, e é claro que […]

Por Da Redação Atualizado em 8 out 2021, 21h46 - Publicado em 4 ago 2012, 06h03

Há exatamente um mês o Corinthians vencia pela primeira vez na história o título da Copa Libertadores. Uma das qualidades do elenco campeão foi o bom ambiente, algo que os atletas não deixaram se perder, segundo Tite.

‘Mudaram-se algumas peças, mas não aquele lado de amizade. A gente fica fomentando isso, e é claro que os reusltados facilitam. Mas existe grupo rachado mesmo quando vence, grupo que não se aguenta. E o que se vê aqui é o Wallace, mesmo reserva, fazendo brincadeiras. Isso mostra nossa relação’, diz o treinador.

Desde a conquista, saíram cinco jogadores: o zagueiro Leandro Castán (Roma, da Itália), o lateral esquerdo Ramon (Flamengo), o meia Alex (Al Gharafa, do Catar) e os atacantes Willian (Metalist, da Ucrânia) e Gilsinho (Sport). Por outro lado, chegaram os atacantes Paolo Guerrero (Hamburgo, da Alemanha) e Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield, da Argentina).A maior parte do grupo, no entanto, continua igual. Grupo que chegou ao título de maneira invicta. Foram 14 jogos sem derrota, com oito vitórias e seis empates. Dentre os times eliminados, estiveram Vasco (vice-campeão brasileiro em 2011), Santos (campeão da edição anterior da Libertadores) e Boca Juniors (hexacampeão continental).

O feito inegavelmente valorizou os membros do time e também da comissão técnica. ‘Modifica o reconhecimento que todos nós temos na rua. Nos orgulha muito’, disse o técnico Tite, não sem deixar, como sempre, uma ressalva. ‘Mas estamos em uma competição extramemente importante também. Só vamos curtir realmente quando entrarmos em férias’.

Enquanto as férias não chegam, os jogadores têm enfrentado assédio acima do comum, especialmente no CT Joaquim Grava. ‘Na entrada, normalmente tinha 15 ou 20 pessoas. Agora têm quase 50 por dia. O pessoal vem até aqui por trás (pelo portão da imprensa)’, disse o zagueiro Paulo André, que foi inscrito no torneio, mas nem chegou a entrar em campo.

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