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Tóquio ainda estuda qual nível de isolamento aplicará nas Olimpíadas

A menos de 40 dias do início dos jogos, a capital japonesa não tem estratégia definida para bares e restaurantes

Por Sergio Figueiredo Atualizado em 23 set 2021, 19h19 - Publicado em 15 jun 2021, 10h57

O G7, grupo de países mais industrializados do mundo, reuniu-se nesta semana e ratificou seu apoio formal e público à realização das Olimpíadas de Tóquio, o que ajudou a reforçar a posição do governo japonês, que integra a cúpula, de que os jogos olímpicos não serão novamente adiados e muito menos cancelados. Tóquio 2020, grande evento esportivo universal que deveria ter sido realizado em julho e agosto do ano passado, começará dia 23 de julho, não importa em que fase esteja a vacinação no país. Contudo, essa situação incomum de atraso no processo de imunização em uma nação rica e desenvolvida está fazendo com que as autoridades deixem para decidir na última hora a política de fechamento e isolamento que adotarão antes e durante os jogos, que terminarão em 8 de agosto.

Conforme reportou a agência de notícias JapanToday, o mais provável é que a prefeitura de Tóquio adote, a partir de 20 de junho, uma estratégia de flexibilização de lockdown parecida com a utilizada na cidade de São Paulo, autorizando bares e restaurantes a funcionar em determinadas horas do dia, podendo, inclusive, servir bebida alcoólica aos clientes. A continuidade ou não da flexibilização durante o evento deve ser decidida em um momento mais próximo da abertura dos jogos.

Além de Tóquio, outros nove centros urbanos importantes, como Osaka e Fukuoka, encontram-se em estado de emergência, com fortes medidas restritivas implementadas. No país inteiro, apenas 5% da população, de cerca de 125 milhões de pessoas, foi imunizada, sendo que a meta de vacinação total do país deve ser alcançada somente em novembro. Ontem, 337 novos casos de Covid-19 haviam sido reportados na capital.

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