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Pelé pede paciência por reforços e vê falácia na situação de Ganso

O momento de transição atravessado pelo Santos no Campeonato Brasileiro foi analisado pelo Rei Pelé, que esteve na noite desta quarta-feira, em seu camarote na Vila Belmiro, assistindo ao empate com o Botafogo, em 0 a 0. Para o maior jogador de futebol de todos os tempos, o Peixe sofre com carências no elenco e […]

Por Da Redação Atualizado em 17 out 2021, 15h05 - Publicado em 19 jul 2012, 10h58

O momento de transição atravessado pelo Santos no Campeonato Brasileiro foi analisado pelo Rei Pelé, que esteve na noite desta quarta-feira, em seu camarote na Vila Belmiro, assistindo ao empate com o Botafogo, em 0 a 0. Para o maior jogador de futebol de todos os tempos, o Peixe sofre com carências no elenco e precisa de reforços, mas as opções no mercado são escassas, e o clube tem que manter a calma para fazer boas negociações.

‘O problema não é precisar de jogadores. Todo time bom precisa de jogador, só que está difícil de encontrar’, disse Pelé, em entrevista à Rádio 105 FM, citando em seguida o rival Corinthians, atual vencedor da Copa Libertadores da América, como um modelo interessante no futebol.

‘Estava brincando e falei: ainda bem que tivemos o Ganso e o Neymar criados aqui. Quem aqui pode ser comparado ao Neymar? Agora, eu dei parabéns ao Corinthians porque é um time regular, sem craques, e o Santos estava assim’, comentou o Rei.

O Atleta do Século XX ainda falou sobre a polêmica situação do meia Paulo Henrique Ganso. O maestro santista recusou a última proposta de reajuste salarial apresentada pelo clube e, com trocas de farpas envolvendo diretoria e jogador, a permanência de Ganso na Vila não é certa. O Internacional poderia ser o destino do atual camisa 10 do Alvinegro Praiano.

Mas o Rei Pelé se mostrou descrente quanto à possibilidade de Paulo Henrique Ganso não mais defender o Santos. ‘Essa mesma falácia aconteceu quando teve o Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. Falaram que ele seria vendido. Infelizmente, hoje você tem a pressão dos empresários. Eles dizem que está vendido, mas na hora de alguém aparecer com a grana, não tem ninguém’, encerrou.

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