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No retorno à elite da Davis, o Brasil espera jogar em casa

Capitão da equipe que bateu a Rússia afirma que a vantagem pode ser decisiva

Por Da Redação Atualizado em 8 out 2021, 10h36 - Publicado em 17 set 2012, 10h11

“São adversários muito duros, muito fortes, mas nossa equipe não é fácil de derrotar, principalmente quando joga aqui”, diz João Zwetsch

A equipe brasileira na Copa Davis terá poucos dias para saborear o retorno ao Grupo Mundial da competição. O sorteio que define os adversários da primeira fase da temporada 2013 será realizado já na manhã de quarta-feira – e o capitão João Zwetsch já torce para um cruzamento favorável. Mais do que escolher adversário, a preferência é por jogos realizados no Brasil. Entre os possíveis oponentes, o Brasil jogaria em casa contra Espanha e República Tcheca (finalistas desta edição), Croácia e Áustria. Eventuais duelos contra os Estados Unidos, Argentina e França aconteceriam nos domínios dos adversários. Caso enfrente a Sérvia, de Novak Djokovic, a sede dos duelos será decidida por sorteio.

“Acima de tudo, esperamos jogar aqui no Brasil para poder deixar novamente as coisas ao nosso gosto. É importante ter o pé no chão. A gente deu um passo importante e começa uma nova etapa, a luta para tentar se manter no Grupo Mundial e, dentro das nossas possibilidades, tentar um resultado mais expressivo”, disse Zwetsch. “São adversários muito duros, muito fortes, mas nossa equipe não é fácil de derrotar, principalmente quando joga aqui.” O último confronto do Brasil no Grupo Mundial da Copa Davis foi em fevereiro de 2003, quando enfrentou a Suécia fora de casa. A equipe europeia escolheu jogar no piso de carpete e venceu por 3 a 2.

Na repescagem daquele ano, o país pegou o Canadá – e novamente precisou jogar longe de seus domínios, em quadra rápida. Perdeu outra vez e caiu para o Grupo Americano, divisão que ocupou desde então. Nos últimos seis anos, a equipe chegou aos playoffs da elite, mas foi derrotada por Rússia, Índia, Equador, Croácia, Austria e Suécia. “Está complicado esse sorteio, mas vamos ver. Acho que quando saiu a Rússia no ano passado, todo mundo achou que a gente ia perder fácil e perdemos por um ponto. Jogando em casa, nossas chances são maiores e fora complica um pouco. Mesmo assim, tenho confiança de fazer um bom confronto”, avaliou o capitão.

O principal atleta da equipe deu sua opinião sobre alguns dos possíveis adversários. “Não é fácil jogar com Argentina e Estados Unidos. Vão ser sempre favoritos porque têm uma equipe muito forte, jogadores com ranking melhor. Mas a gente pode surpreender, como foi com a Rússia”, avaliou Thomaz Bellucci, melhor tenista do Brasil. O retorno do Brasil ao Grupo Mundial da Copa Davis foi selado no fim de semana, em São José do Rio Preto. Jogando com apoio da torcida, no saibro e contra uma Rússia sem estrelas, o time nacional venceu o confronto por 5 a 0, com vitórias de Rogério Dutra Silva, Thomaz Bellucci e da dupla Marcelo Melo e Bruno Soares.

(Com agência Gazeta Press)

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