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Kobe Bryant quer ver a seleção e conhecer Neymar e Ronaldinho

Ele vai assistir o jogo contra a Itália em Salvador e encontra o camisa 10 da seleção. No domingo, vai ao Rio falar com Ronaldinho Gaúcho

Por Da Redação Atualizado em 7 out 2021, 10h06 - Publicado em 21 jun 2013, 17h43

Fã do futebol brasileiro, o ala Kobe Bryant, astro do Los Angeles Lakers, não pensou duas vezes para aceitar um convite de seu patrocinador para vir ao Brasil. Despreocupado com os protestos que tomaram conta do país, Bryant está empolgado em acompanhar o jogo da seleção brasileira contra a Itália, neste sábado, em Salvador, pela Copa das Confederações. “Acho que verei grandes momentos de futebol. Mas não vou torcer, vou ser muito neutro. Sou fã dos Estados Unidos”, disse o sorridente jogador em São Paulo.

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Na sua lista de atividades no Brasil estão relacionados pelo menos dois encontros, com Neymar e Ronaldinho Gaúcho. Kove deve ser apresentado a Neymar logo depois do jogo contra a Itália, em Salvador, e no domingo, no Rio, será a vez de Ronaldinho. O astro do basquete se arriscou a dar um conselho ao camisa 10 da seleção que começa jornada no Barcelona após a Copa das Confederações. “É é importante para o Neymar crescer e competir. Muitas vezes jovens que têm muitos compromissos perdem o foco. É importante ele se manter focado, com dedicação aos treinos e ao esporte.” Sobre Ronaldinho, foi só elogio: “É um fenômeno. Muito criativo, tem uma imaginação incrível. Sento em casa com minhas filhas e ficamos vendo o que ele faz.”

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Ao comentar os protestos pelo país, se mostrou favorável à onda de insatisfação da população. “Não estava com medo ou apreensivo. É muito importante as pessoas terem voz. É importante ser ouvido. Tenho certeza que todos querem que seja em paz, sem violência.”

Koke ainda lamentou não poder jogar futebol no Brasil. “Não posso jogar porque estou lesionado, mas gostaria muito” – se recupera de uma grave lesão no tendão de Aquiles. O ala de 34 anos, bicampeão olímpico em Pequim/2008 e Londres/2012, descartou defender os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos no Rio em 2016. “Não penso que me verão aqui. A minha aposentadoria está muito mais perto agora.”

(Com Estadão Conteúdo)

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