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Jogos de Inverno: Rússia tem segundo caso de doping

Antes de Nadezhda Sergeeva, Alexander Krushelnitsky já havia testado positivo e perdido sua medalha de bronze

Por Estadão Conteúdo e Reuters Atualizado em 29 set 2021, 09h32 - Publicado em 23 fev 2018, 13h47

Um segundo caso positivo de doping na equipe russa foi revelado nesta sexta-feira pela delegação que disputa a Olimpíada de Inverno, um dia antes de o Comitê Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) decidir se restitui os direitos do país para a cerimônia de encerramento no domingo em Pyeongchang. Alexander Zubkov, presidente da Federação Russa de Bobsled, disse à agência de notícias The Associated Press que a amostra de urina da piloto de bobsled,  Nadezhda Sergeeva, deu positivo no domingo. No dia 19, o atleta de curling, Alexander Krushelnitsky, testou positivo em exame antidoping e perdeu a medalha de bronze que havia conquistado.

A substância encontrada foi a trimetazidina, um medicamento utilizado para angina de peito e mencionado pela Agência Mundial Antidoping como substância proibida por afetar o metabolismo. “Ela confirma que não tomou essa medicação, e a equipe aponta que não a prescreveu”, disse Zubkov, ex-competidor de bobsled, que perdeu duas medalhas de ouro olímpicas pelo escândalo de doping que envolveu a Rússia nos Jogos Olímpicos de Sochi. “Os representantes da federação nos Jogos Olímpicos começaram a preparar a defesa”.

O trenó com Sergeeva terminou, na quarta-feira, no 12° lugar na disputa por duplas, depois da retirada da amostra que deu positivo. Zubkov acrescentou que um teste realizado pela atleta cinco dias antes deu negativo. “No dia 13 de fevereiro sua urina  estava limpa. A equipe médica do time não prescreveu o remédio à atleta”, disse a federação em sua página oficial de Facebook.

 

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