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Fernando Torres, o suplente pé-quente

No rodízio proporcionado pelo técnico Vicente Del Bosque nos três jogos da primeira fase da Copa das Condederações – a Espanha é a única equipe em que todos os 23 inscritos entraram em campo -, o reserva Fernando Torres tirou a sorte grande. Enquanto Roberto Soldado, centroavante titular, comeu o pão que o diabo amassou […]

Por Da Redação Atualizado em 7 out 2021, 10h01 - Publicado em 23 jun 2013, 23h45

O cara do dia

No rodízio proporcionado pelo técnico Vicente Del Bosque nos três jogos da primeira fase da Copa das Condederações – a Espanha é a única equipe em que todos os 23 inscritos entraram em campo -, o reserva Fernando Torres tirou a sorte grande. Enquanto Roberto Soldado, centroavante titular, comeu o pão que o diabo amassou contra a dura zaga uruguaia, na estreia da competição, “El Niño” ganhou sua chance de atuar justamente no duelo com o Taiti e sua defesa de atletas amadores – um suculento banquete para qualquer atacante. A estrela do Chelsea não fez cerimônia e anotou logo quatro gols, assumindo, depois de apenas noventa minutos, a artilharia isolada da competição. Para o duelo com a Nigéria, neste domingo, o selecionador espanhol promoveu o retorno de Soldado, mas o jogador do Valencia perdeu duas chances incríveis e foi substituído na primeira metade do segundo tempo. Torres, mais uma vez, justificou a fama de suplente pé-quente: dois minutos depois de pisar no gramado, já marcou mais um. “Quando você está bem, as coisas acontecem. Na minha primeira jogada, fiz um gol e a situação que estava um pouco um pouco difícil, ficou mais calma”, explicou. Com os cinco tentos anotados no Brasil, o centroavante chegou a oito gols na história da Copa das Confederações, ultrapassando Romário e Adriano, autores de sete cada um. O espanhol está a um gol de igualar o recorde histórico de Ronaldinho Gaúcho e Cuauhtemóc Blanco, que balançaram nove vezes as redes no torneio. Não se sabe quando Torres terá a chance de chegar a essa marca – ao que tudo indica, Del Bosque não alterará o time titular para a semifinal contra a Itália. Mas Torres jura não se incomodar com o status de reserva. “Isso prova o nível e as possibilidades dessa equipe. O importante é que a seleção vença. Quanto mais ela vencer, ela disputará mais partidas e mais vezes eu terei oportunidades para jogar e marcar.”

(Celso de Campos Jr., com fotos de Ivan Pacheco, de Fortaleza)

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