Clique e receba em casa a partir de R$ 14,90/mês

Enquanto o Brasil celebra, Elvis manda recado à Espanha

Festa no gramado depois da acachapante vitória brasileira tem Neymar nos braços do povo e europeus – surpresa! – como exemplo de bons perdedores

Por Celso de Campos Jr., do Rio de Janeiro Atualizado em 7 out 2021, 09h38 - Publicado em 30 jun 2013, 23h01

“A little less conversation, a little more action please”. Na voz de Elvis Presley, o sistema de alto-falantes do Maracanã parecia mandar uma mensagem à prolixa seleção espanhola: menos falatório, mais ação, por favor. Mas o Rei do Rock chegou um pouco tarde. Àquela altura, apenas a seleção brasileira estava no gramado, dando a volta olímpica após a acachapante vitória na final da Copa das Confederações. A Fúria, com suas medalhas de prata e caras de poucos amigos, já havia descido para o vestiário. Há que se louvar, contudo, o comportamento dos espanhóis desde o apito final do árbitro holandês Bjorn Kuipers. Bons perdedores, cumprimentaram todos os campeões e permaneceram em campo até o momento em que os rivais, na tribuna de honra, levantaram a taça. Do lado canarinho, para desespero dos representantes da Fifa, jogadores como Neymar e David Luiz comemoravam ao lado da galera, aproveitando a ausência de alambrados para se jogar nos braços do povo – um verdadeiro carnaval temporão no Rio de Janeiro, sem hora para acabar.

Leia também:

Brasil desbanca Espanha, levanta a taça a retorna ao topo

Brasil domina premiações individuais e Neymar é o craque

O ‘plano de metas Felipão’: crescer 4 anos em 4 semanas

Continua após a publicidade

Maracanã, um teste de realidade para a mimada Espanha

Brasil x Espanha, um duelo que não tem nada de amistoso

À distância, Brasil e Espanha alimentam acirrada rivalidade

Nas outras finais brasileiras, três taças e só uma decepção

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade
Publicidade