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Emerson e Guerrero podem se despedir do Corinthians contra o Palmeiras

Clube ainda estuda a escalação dos atacantes, que não terão seus contratos renovados, no clássico deste domingo no Itaquerão

Por Da Redação Atualizado em 29 set 2021, 20h25 - Publicado em 26 Maio 2015, 09h42

O Corinthians terá pela frente o rival Palmeiras, no domingo, no Itaquerão, na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, e vive um dilema em relação a seus atacantes: vale a pena escalar em um clássico dois jogadores que não permanecerão no elenco? Emerson Sheik e Paolo Guerrero não terão seus contratos renovados e contam os dias para deixar o clube – o próximo destino do peruano deve ser o Flamengo.

Desta forma, existe a chance de o técnico Tite abrir mão da escalação da dupla, já pensando em preparar a equipe para a sequência do torneio. Por outro lado, o fato de Sheik e Guerrero serem os últimos grandes ídolos da torcida – marcaram, respectivamente, os gols dos títulos da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2012 – faz a diretoria acreditar que uma despedida diante do maior rival poderia servir de motivação aos atletas.

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O tema será discutido em uma renião entre diretoria e comissão técnica nesta segunda-feira eTite só vai escalar os atleras se tiver o aval da direção. A situação de Guerrero é a mais delicada: no último domingo, o peruano foi hostilizado e chamado de mercenário por torcedores no retorno do time a São Paulo após o empate sem gols com o Fluminense. Seu contrato termina em 15 de julho, mas logo depois do clássico ele se apresentará à seleção peruana para a disputa da Copa América, competição que vai até 4 de julho.

“Nossa intenção é ter todos os atletas de corpo e alma no clássico. Esse é um ponto importante, vamos conversar”, revelou o gerente de futebol Edu Gaspar. Na última sexta-feira, o presidente Roberto de Andrade afirmou que, por razões financeiras, Guerrero não permaneceria no clube. O time até se mostrou disposto a liberar o atacante antes do término do contrato – seria uma forma de economizar ao menos dois meses de salário.

A situação de Emerson é semelhante. Ele tem contrato até 31 de julho e se algum clube demonstrar interesse em contratá-lo, a diretoria facilitará a sua saída para economizar o pagamento de seu salário. A saída dos dois representa uma economia de 1 milhão de reais por mês, valor bastante considerável para um clube que passa por uma crise financeira.

O Flamengo, provável destino de Guerrero, também sondou Elias, mas o volante garantiu que permanecerá no Corinthians. Seu contrato vai até 2017 e o clube ainda tem de pagar cerca de 7 milhões de reais ao Sporting Lisboa, de Portugal, pela sua compra. Apesar dos problemas nos bastidores, o Corinthians divide a liderança do Brasileirão com Goiás e Sport, com sete pontos.

(com Estadão Conteúdo)

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