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Corintianos libertados na Bolívia embarcam de volta a SP

Sete dos doze torcedores presos em Oruro devem chegar a São Paulo por volta das 13 horas. E não esperam festa

Por Leslie Leitão, de La Paz Atualizado em 7 out 2021, 10h48 - Publicado em 9 jun 2013, 09h45

Tiago Aurélio dos Santos Vieira: “Só ficaremos felizes quando os 12 estiverem em casa com suas famílias”

Os sete corintianos libertados pela Justiça boliviana embarcaram na manhã deste domingo no aeroporto de El Alto, em La Paz, capital do país. Eles deverão chegar a São Paulo pouco depois das 13 horas – e não esperam festa das torcidas organizadas. “Não temos o que festejar. Só ficaremos felizes quando os 12 estiverem em casa com suas famílias”, disse Tiago Aurélio dos Santos Vieira.

Leia: Justiça boliviana liberta sete corintianos presos em Oruro

Tiago e outros seis torcedores foram liberados na noite de quinta-feira. O grupo estava preso desde 20 de fevereiro, quando o menino Kevin Spada, de 14 anos, foi morto ao ser atingido por um sinalizador durante um jogo da Copa Libertadores entre Corinthians e San Jose, na cidade de Oruro, a 230 quilômetros da capital da Bolívia.

VÍDEO: Os 12 corintianos presos na Bolívia

Jogos e preces: a vida dos corintianos presos em Oruro

Outros cinco corintianos devem permanecer presos por mais três semanas na penitenciária São Pedro. Reportagem de VEJA desta semana revela que a Justiça boliviana poderá desqualificar a acusação de homicídio e julgá-los por crimes menores, como porte de explosivos e facilitação de fuga do menor H., de 17 anos. Assim, mesmo condenados, as penas pequenas permitiriam que todos ganhassem a liberdade. A reportagem mostra ainda que o promotor Alfredo Santos, que está à frente do caso, já trata o menor que confessou ter atirado o sinalizador como autor do homicídio, conforme indica o relatório que resultou na soltura dos sete torcedores.

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Esta semana, representantes da embaixada brasileira deverão ir a Oruro mais uma vez para se reunir com o promotor. “Estou convicto da inocência de todos”, disse o ministro conselheiro da embaixada em La Paz, Eduardo Sabóia, que desde o início tem dado assistência aos torcedores, tendo feito 14 visitas ao grupo na cadeia.

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