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Corinthians confirma saída de Emerson e de Guerrero

Diretoria do clube diz que não tem como pagar o que Guerrero pede

Por Da Redação Atualizado em 29 set 2021, 20h28 - Publicado em 22 Maio 2015, 15h11

O Corinthians está se despedindo de dois de seus maiores heróis. Na manhã desta sexta-feira, o presidente do clube, Roberto de Andrade, anunciou que Emerson Sheik, autor dos gols da conquista da Libertadores de 2012, não terá contrato renovado. E falou, com pouquíssima esperança, sobre a possibilidade de entrar em acordo com o peruano Paolo Guerrero, protagonista do título mundial sobre o Chelsea. O contrato dos dois atacantes se encerra em julho.

“Gostaria muito de renovar com Gurerrero, mas estamos com receitas menores, não podemos assumir o compromisso com ele. O que ele pede para o Corinthians é exagerado, mas não para o futebol dele. Não vamos fazer a renovação por questão financeira, senão eu faria. A negociação nunca ficou parada. Tentamos de todas as formas, mas entendo também o lado do atleta, que tem 31 anos e vai fazer praticamente o último contrato da vida”, afirmou o presidente. no Centro de Treinamento Joaquim Grava.

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“Sinto muito como torcedor, como presidente, e fico triste pela torcida. Mas o Corinthians não pode se comprometer com um valor que não pode pagar. O clube é muito grande e tem um grupo superqualificado. Vamos sentir a falta dele.” O contrato de Guerrero se encerra em 15 de julho.

Emerson – No caso de Sheik, o presidente admitiu que não foi só a parte financeira que pesou na decisão da saída do atacante de 36 anos: ele se envolveu em vários casos de indisciplina nos últimos meses. “Conversamos com o atleta e achamos por bem não renovar. O contrato acaba em julho e ele vai seguir a vida dele. O Corinthians agradece muito pelo que fez. Seria muito pouco falar só dos dois gols na final da Libertadores”, afirmou Andrade. O técnico Tite revelou que vai utilizar Emerson em mais quatro jogos.

O clube também anunciou a saída do diretor Sérgio Janikian, semanas depois de ser criticado por ter dito que enfrentar o Guaraní do Paraguai na Libertadores era um “presente de Deus” – a equipe eliminou o Corinthians nas oitavas.

(Com agência Gazeta Press)

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