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Com fim de carreira marcada por recordes, Phelps agradece técnico

Após nadar o trecho de nado borboleta e deixar para Nathan Adrian somente confirmar a vitória dos Estados Unidos no revezamento 4x100m medley, com o tempo somado de 3min29s35, Michael Phelps encerra uma carreira mais do que histórica para as Olimpíadas. Uma trajetória marcada por 22 medalhas, sendo 18 ouros, duas pratas e dois bronzes. […]

Por Da Redação Atualizado em 8 out 2021, 17h52 - Publicado em 4 ago 2012, 19h58

Após nadar o trecho de nado borboleta e deixar para Nathan Adrian somente confirmar a vitória dos Estados Unidos no revezamento 4x100m medley, com o tempo somado de 3min29s35, Michael Phelps encerra uma carreira mais do que histórica para as Olimpíadas. Uma trajetória marcada por 22 medalhas, sendo 18 ouros, duas pratas e dois bronzes.

Neste sábado, o maior nadador da história conseguiu pela quarta vez ficar no lugar mais alto do pódio em Londres, tendo ainda conquistado outras duas pratas.

‘Eu poderia resumir isso em somente algumas poucas palavras: ‘eu consegui’. Em meio aos altos e baixos, eu fui capaz de fazer tudo o que eu sempre tive vontade de cumprir. Fiz coisas que ninguém foi capaz de fazer e isso foi o que em sempre quis’, disse o multicampeão. ‘As memórias dessa semana jamais irão ser esquecidas’, ressaltou Phelp

Não bastasse o número de recordes superados pelo nadador no número de medalhas totais, agora o norte-americano, que iniciou sua caminhada olímpica em Sydney, no ano 2000, quando ainda só tinha 15 anos de idade, agora tem só em número de ouros (18) o mesmo do que o total de medalhas da recordista anterior, a ginástica Larisa Latynina, da República Soviética, que somou nove ouros, cinco pratas e quatro bronzes entre os anos de 1956 e 1964.

Para chegar até o lugar onde está nos dias atuais, mais do que muito talento para a natação, Phelps dá crédito ao técnico Bob Bowman, que o acompanha há 15 anos. ‘Eu fui capaz de me tornar o maior nadador de todos os tempos e nós chagamos aqui juntos’, frisou. ‘Eu o agradeci. Eu não teria chagado até aqui sem tudo o que ele fez por mim. Eu o amo demais e sou grato a alguém que se importa tanto comigo. Eu realmente não posso agradecê-lo o tanto que ele merece’, finalizou.

Os números que o nadador, natural de Baltimore (EUA), vai carregar consigo para sempre e todo o legado que ele deixa para o esporte são inestimáveis e dificilmente serão superados por outro atleta algum dia. Não à toa, ele foi presenteado com um troféu de maior atleta olímpico de todos os tempos em um sábado que ficará marcado na eternidade.

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