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Brasil conhece rivais em Mundial de Handebol, e treinador mostra otimismo

Madri, 19 jul (EFE).- Após conhecer os rivais da primeira fase do Mundial da Espanha, que será realizado em 2013, o técnico da seleção brasileira masculina de handebol, o espanhol Jordi Ribera, mostrou otimismo com a possibilidade de a equipe nacional superar a primeira fase competição, apesar de admitir que não será uma tarefa fácil. […]

Por Da Redação 19 jul 2012, 14h50

Madri, 19 jul (EFE).- Após conhecer os rivais da primeira fase do Mundial da Espanha, que será realizado em 2013, o técnico da seleção brasileira masculina de handebol, o espanhol Jordi Ribera, mostrou otimismo com a possibilidade de a equipe nacional superar a primeira fase competição, apesar de admitir que não será uma tarefa fácil.

‘É complicado, mas não é impossível. Evidentemente há duas equipes europeias com muito nome como a França e Alemanha, e depois o resto das equipes que duelarão entre si. Se chegarmos ao Mundial em boas condições, podemos brigar por uma vaga nas oitavas’, comentou Ribera.

Atual vice-campeã pan-americana, a seleção brasileira está no Grupo A. Além da França, atual campeã mundial, e da Alemanha, os adversários serão Argentina, Tunísia e Montenegro. As disputas da chave serão realizadas nas cidades de Barcelona e Granollers.

O Brasil terá que ficar entre os quatro melhores para conquistar uma vaga nas oitavas. A equipe dirigida por Ribera deverá manter uma briga acirrada com a Argentina, para quem perdeu a decisão do Pan-Americano, no mês passado.

‘O fato de jogar contra a Argentina é algo a mais, porque sempre são partidas especiais’, disse Ribera, que confia que o Mundial, que será realizado entre os dias 11 e 27 de janeiro de 2013, servirá para dar continuidade ao progresso do grupo visando os Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizadas no Rio de Janeiro.

‘É claro que temos um desafio muito importante em 2016, mas para isso é preciso dar passos intermediários, e esses passos começam no Mundial da Espanha. É preciso trabalhar, e embora pareça que os treinadores só pensam no futuro, está claro que é preciso conquistar resultados que estimulem o esporte’, comentou.

Durante o Mundial da Espanha, Brasil e Argentina voltarão a disputar a supremacia do handebol no continente americano, que nos dois últimos anos foi da Argentina. O treinador atribuiu essa melhora da seleção rival à chegada em massa de jogadores do país aos campeonatos europeus.

‘A quantidade de jogadores argentinos que estão jogando na Europa ajuda. Além disso, são atletas que já tomam decisões em suas respectivas equipes e isso sempre permite dar um salto qualitativo, o que nos falta às vezes’, salientou. EFE

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