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Bolt passa fácil pela eliminatória dos 100m; brasileiro fica fora

Londres, 4 ago (EFE).- Um dos atletas mais badalados dos Jogos Olímpicos de Londres, o velocista jamaicano Usain Bolt fez sua estreia no Estádio Olímpico de Stratford se classificando sem dificuldades para as semifinais dos 100 metros rasos, enquanto o único brasileiro na prova, Nilson André, foi eliminado. Bolt correu apenas ‘para o gasto’ e […]

Por Da Redação Atualizado em 8 out 2021, 20h51 - Publicado em 4 ago 2012, 10h38

Londres, 4 ago (EFE).- Um dos atletas mais badalados dos Jogos Olímpicos de Londres, o velocista jamaicano Usain Bolt fez sua estreia no Estádio Olímpico de Stratford se classificando sem dificuldades para as semifinais dos 100 metros rasos, enquanto o único brasileiro na prova, Nilson André, foi eliminado.

Bolt correu apenas ‘para o gasto’ e venceu a quarta bateria com o tempo de 10s09, o nono melhor entre todos os concorrentes. Nilson, por sua vez, até fez seu melhor tempo de 2012 (10s26), mas ficou em quinto lugar na segunda bateria. Somente os três melhores avançaram.

‘É o que esperava. Estou correndo bem, estou feliz. Os treinos foram bons, e a reação foi boa. Di um passo errado na largada e me desequilibrei um pouco, mas é bom que tenha acontecido agora. Já estou pensando nas semifinais de amanhã’, declarou o atual campeão olímpico e recordista mundial.

O dia foi tranquilo para os principais favoritos. Yohan Blake, que já bateu o compatriota Bolt duas vezes neste ano, se classificou marcando o tempo de 10s00. O também jamaicano Asafa Powell e os americanos Tyson Gay e Ryan Bailey foram outros dos candidatos ao pódio a passar para as semifinais sem maiores problemas. Bailey obteve a melhor marca do dia: 9s88.

Campeão dos 100m em Atenas 2004, o americano Justin Gatlin está de volta aos Jogos Olímpicos depois de ter cumprido suspensão de quatro anos por doping. Ele se mostrou descontraído e se disse feliz por ter se classificado com o tempo de 9s97.

‘Foi mais um bom dia de trabalho. Trabalhei minha técnica e só pensei em ir à pista e dar um bom espetáculo ao público. Sente-se algo mágico lá dentro’, descreveu Gatlin. EFE

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