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Após eliminação, Magnano quer ficar na seleção brasileira

Com derrota na Copa América, o time precisará de convite para jogar Mundial

Por Da Redação Atualizado em 7 out 2021, 03h51 - Publicado em 5 set 2013, 12h46

“Espero continuar meu trabalho até 2016. Não vamos tirar nosso sonho da cabeça por uma adversidade. Sou funcionário da CBB e eles são os responsáveis por avaliar a situação”, disse Magnano

Eliminada na primeira fase da Copa América, torneio classificatório para o Mundial de 2014, a seleção brasileira de basquete retornou ao Brasil na manhã desta quinta-feira. Na chegada, o técnico Rubén Magnano afirmou disse que espera continuar no cargo e falou sem empolgação sobre o possível convite para jogar o Mundial. “Espero continuar meu trabalho até 2016. Não vamos tirar nosso sonho da cabeça por uma adversidade. Sou funcionário da CBB e eles são os responsáveis por avaliar a situação”, disse o treinador, que tem contrato com a CBB até 2014, com opção de renovação para 2016.

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Sem os jogadores da NBA, que pediram dispensa, o Brasil estreou na Copa América com boas chances de conquistar uma das quatro vagas para o Mundial, mas derrotas contra Porto Rico, Canadá, Uruguai e Jamaica eliminaram a equipe ainda na primeira fase. Resta ao Brasil esperar por um dos quatro convites da Federação Internacional de Basquete (FIBA). “Estou muito triste por não ter conseguido uma vaga esportivamente. Agora, temos que esperar pelo famoso convite. Por tudo que o Brasil fez nos últimos anos, subindo até o nono lugar no ranking da FIBA e até a quinta posição nas Olimpíadas, temos chances”, disse o argentino.

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Como já está classificado para a Olimpíada de 2016 na condição de país sede, caso fique fora do Mundial pela primeira vez, a seleção brasileira não teria a chance de testar seu time em torneios de grande porte até o evento no Rio de Janeiro, o que preocupa Magnano. “Se não conseguirmos jogar o Mundial, sem dúvida será um passo para trás. O Brasil estava evoluindo aos poucos e deveria estar presente em todas essas competições. Não jogar um Mundial significa tirar experiência internacional da equipe”.

(Com agência Gazeta Press)

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