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Anderson Silva se diz pronto para retorno ao UFC: ‘Nada mudou. Vou chutar e vou socar’

No dia 31, brasileiro encara o americano Nick Diaz, em Las Vegas

Por Da Redação Atualizado em 29 set 2021, 22h47 - Publicado em 23 jan 2015, 09h32

Faltando pouco mais de uma semana para o seu retorno ao octógono, o lutador brasileiro Anderson Silva se diz cada vez mais preparado para vencer o americano Nick Diaz e retomar o caminho rumo ao título dos médios do UFC. Nesta quinta-feira, o brasileiro concedeu entrevista e reafirmou que está plenamente recuperado para a luta principal do UFC 183, dia 31, em Las Vegas.

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Anderson Silva disse que não sente nenhum tipo de receio em relação a sua última lesão. Em dezembro de 2013, ele fraturou a perna esquerda ao tentar chutar o americano Chris Weidman, novo campeão da categoria. Segundo o brasileiro, o acidente não mudou em nada a sua forma de lutar.

“É a mesmo coisa. Minha técnica, meu estilo, nada mudou. Estou até treinando mais, me sinto mais forte, mais rápido e mais experiente. Vou chutar e vou socar. Não vou socar tanto, porque ele tem um ótimo boxe, mas vou dar o meu melhor. Estou feliz em voltar”, afirmou o atleta de 39 anos em conferência telefônica com jornalistas de várias partes do mundo, exibida pelo site americano MMA Fighting.

Anderson, inclusive, chegou a demonstrar incômodo ao ser perguntado se alguma vez reviu a luta contra Weidman na qual fraturou a perna. “Não falo mais sobre isso. Minha perna está boa, estou treinando bem, então isso está no passado.” Falando em inglês, algo pouco comum em sua carreira, Anderson revelou que ficou magoado quando soube que os compatriotas Lyoto Machyda e Ronaldo Jacaré afirmaram que lutariam contra ele normalmente.

“Eu trabalho para o UFC, faço parte da família do UFC. Quem decide com quem eu devo lutar, é o Dana White. Mas eu não gostaria de lutar com Lyoto e Jacaré que são brasileiros e são meus amigos. Eles dizem que lutariam comigo, mas eu não gosto dessa posição, fico bastante decepcionado, porque eles treinam comigo e são brasileiros”, desabafou. Ele ainda afirmou que é cedo para pensar em retomar o cinturão que foi seu durante sete anos e diz que está especialmente motivado para a luta contra Diaz. “Se eu vencer, vou começar a pensar nos próximos passos. Mas para mim essa luta contra o Diaz é como se fosse minha primeira luta no UFC.”

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