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‘Amistosos anteriores estabeleceram padrão de exigência’, diz Mano

O nível de atuação do Brasil nos últimos quatro amistosos, há cerca de um mês e meio, será o ‘padrão de exigência’ da Seleção olimpíca nos Jogos de Londres. Foi o que revelou o técnico da Seleção, Mano Menezes, em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, lembrando as vitórias sobre os Estados Unidos (4 a 1) […]

Por Da Redação Atualizado em 17 out 2021, 15h33 - Publicado em 19 jul 2012, 09h53

O nível de atuação do Brasil nos últimos quatro amistosos, há cerca de um mês e meio, será o ‘padrão de exigência’ da Seleção olimpíca nos Jogos de Londres. Foi o que revelou o técnico da Seleção, Mano Menezes, em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, lembrando as vitórias sobre os Estados Unidos (4 a 1) e Dinamarca (3 a 1) e as derrotas para Argentina (4 a 3) e México (2 a 0).

‘Nós estabelecemos um padrão nesses quatro amistosos anteriores. Se conseguimos fazer o que fizemos contra a Argentina com sua formação máxima, por exemplo, temos a obrigação de fazer mais contra adversários sub-23 menos tradicionais. Será esse o nosso padrão de exigência’, afirmou.

Lembrando as Olimpíadas anteriores, Mano rechaçou a possibilidade de o fato de o futebol brasileiro nunca ter conquistado uma medalha de ouro estar atrapalhando a equipe. Para ele, o Brasil terá que esquecer os tropeços passados e o individualismo se quiser sair de Londres em primeiro lugar.

‘Sempre tivemos bons jogadores, então o problema (nas outras Olimpíadas) não esteve nisso. A solução está em trabalhar, abrir mão da vaidade pessoal. Porque é assim que as coisas são. Sempre há um herói, um vilão. Então temos que ambicionar algo maior. (…) O grupo atual não pode ganhar as medalhas que o Brasil não ganhou. Essas já foram. É em cima disso que estamos trabalhando’, explicou.

Por fim, Mano elogiou o comprometimento de seus comandados e citou três seleções que acredita que possam trazer problemas para o Brasil ao longo da competição.

‘Te garanto que ninguém vai querer ser campeão mais do que o Brasil. Isso é um compromisso dos jogadores. Mas não temos a ilusão de que eles (adversários) irão querer menos do que nós. Iremos enfrentar equipes tradicionais. Como o Uruguai, a Espanha, que vem em uma fase boa há muito tempo, e o México, que fez uma boa preparação e não pulou nenhuma etapa’, disse.

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