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Zagallo evolui de quadro de infecção e tem alta prevista para até 48 horas

Internado no último dia 26 de julho, ex-jogador e ex-treinador segue apresentando boas respostas ao tratamento de uma infecção respiratória

Por Da redação Atualizado em 4 ago 2022, 18h52 - Publicado em 4 ago 2022, 18h31

Mário Jorge Lobo Zagallo tem previsão de alta hospitalar em até 48 horas, segundo o boletim médico divulgado nesta quinta-feira, 4. Internado desde a última terça-feira, 26, no hospital Barra D’Or, na região oeste do Rio de Janeiro, o histórico ex-jogador e ex-treinador de 90 anos segue apresentando evolução ao tratamento de uma infecção respiratória. Ele ainda se encontra na unidade semi-intensiva do complexo.

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“O Sr. Mário Jorge Lobo Zagallo encontra-se internado desde o dia 26/7/2022 na unidade semi-intensiva do Hospital Barra D’Or para tratamento de infecção respiratória, apresentando boa evolução, com evidências clínicas e laboratoriais de boa resposta ao tratamento instituído pela equipe médica”, afirmou o hospital em nota.

“Encontra-se lúcido e respirando espontaneamente sem suplementação de oxigênio, com acompanhamento de fisioterapia respiratória e motora. Tem programação de alta hospitalar para 24/48 horas”, conclui a diretora médica Taissa Rezende.

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Conhecido pelo respeitado currículo e pela personalidade, o Velho Lobo completa 91 anos no próximo dia 9 com, pelo menos, dois terços de vida dedicados ao futebol (veja o especial sobre os 90 anos dele na PLACAR).

Quando jovem, testemunhou de pé o histórico Maracanazzo, a derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 1950. Ele fazia a segurança como militar da Polícia do Exército no estádio.

Fez história como jogador do Botafogo, bicampeão mundial com a seleção brasileira nas Copas de 1958 e 1992, mas se tornou quase imortal com as conquistas como treinador: o tricampeonato do mundo de 1970, no México, e, 24 anos depois, como coordenador técnico, auxiliou Carlos Alberto Parreira na campanha do tetra.

Ainda esteve no vice da Copa seguinte, na França, em 1998, marcada pela polêmica decisão de corte do atacante Romário, e na de 2006, novamente ao lado de Parreira.

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