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O sorteio da Copa de 1978, com vovô Havelange e o neto Ricardinho Teixeira

Então presidente da Fifa, cartola brasileiro repetiu gesto de Jules Rimet ao levar uma criança para auxiliá-lo na definição das chaves do Mundial

Por Da redação Atualizado em 30 mar 2022, 18h08 - Publicado em 31 mar 2022, 08h00
Havelange, Ricardinho e Ricardo Teixeira, nos arquivos de PLACAR
Havelange, Ricardinho e Ricardo Teixeira, nos arquivos de PLACAR Marco Antonio Cavalcanti e arquivo pessoal/Placar

O sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2022 está marcado para a próxima sexta-feira, 1º de abril, às 13h (de Brasília), no Centro de Exposições e Convenções de Doha. Como sempre ocorre a cada quatro anos, o evento é cercado de enorme expectativa. Qual será o “grupo da morte”? Quem será o adversário mais perigoso do Brasil? Haverá suspeitas de falcatruas? Ao longo de 21 edições de Mundiais, os sorteios já reservaram grandes momentos. Em 1978, dois famosos sobrenomes da cartolagem nacional ganharam as manchetes, inclusive, claro, as de PLACAR.

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O carioca João Havelange (1916-2016), ex-nadador olímpico e ex-presidente da CBF, desfrutava de seus primeiros anos como mandatário da Fifa (ficou no cargo de 1974 a 1998). No sorteio realizado no Teatro San Martín, em Buenos Aires, ele surpreendeu ao levar ao palco o seu neto, Ricardo Havelange Teixeira, para ajudá-lo a sortear as chaves. O garoto de apenas três anos era filho de Lúcia, filha de Havelange, e de seu genro, Ricardo Teixeira, então um desconhecido empresário.

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Ao levar o netinho ao palco, Havelange repetiu o gesto do francês Jules Rimet (1873-1956), o criador da Copa do Mundo, que em 1938 carregou o pequeno Yves, seu neto, para o sorteio do Mundial da França.

A história foi recontada em detalhes por PLACAR na edição de 8 de dezembro de 1986. Na época, Ricardo Teixeira, o pai de Ricardinho e genro de Havelange, já sonhava em presidir a CBF, o que fez entre 1989 e 2012, até sua renúncia após uma série de escândalos de corrupção. As denúncias também acompanharam seu padrinho Havelange até o fim de sua vida, aos 100 anos, em 2016.

Na matéria escrita por José Antônio Gerheim, em 1986, Ricardinho Teixeira, então com 12 anos, flamenguista, se dizia fã de incondicional de Zico, enquanto o avô Havelange, tricolor das Laranjeiras, sonhava em vê-lo defendendo a seleção brasileira na Copa de 1994. Confira, abaixo, a reportagem na íntegra:

Matéria sobre a família Havelange Teixeira em 1986
Matéria sobre a família Havelange Teixeira em 1986 PLACAR/Reprodução

 

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