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Em 2004, o ‘metidinho’ Diego Ribas colecionava polêmicas e desafetos

Ainda no Santos, pessoas que jogaram com o jovem de 19 anos citavam dificuldades de relacionamento, relembraram confusões e fama de metido

Por Da redação Atualizado em 28 abr 2022, 13h51 - Publicado em 28 abr 2022, 04h00

Viralizou nas redes sociais um vídeo gravado pelo experiente meio-campista Diego Ribas, do Flamengo, na última terça-feira, 26, no qual o jogador, hoje com 37 anos e reserva com Paulo Sousa, invadiu a sala onde era preparada uma entrevista com o volante Thiago Maia, no CT Ninho do Urubu, e constrangeu o repórter Venê Casagrande, do SBT, ao filmar e dirigir uma série de provocações ao jornalista.

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“O homem das meias verdades. Como que estamos? Que momento! O homem das meias verdades diretamente do Ninho do Urubu… Que momento nós estamos vivendo, Mengão. Vale tudo”, disse o camisa 10. A postura do atleta rendeu uma enxurrada de críticas. O blog #TBT PLACAR, que todas as quintas-feiras rememora algum tesouro de nossos 51 ano de história, recorda que em março de 2004, na edição 1268, a jornalista Marília Ruiz assinou uma matéria sobre a conduta do então camisa 10 do Santos: “Por trás da máscara, saiba por que o jovem astro do Santos coleciona desafetos com a mesma facilidade com que desequilibra jogos e leva seu clube às vitórias”.

Na reportagem, pessoas que conviviam com o jovem de 19 anos citavam adjetivos como “metidinho”, dificuldades de relacionamento, relembraram a confusão de quando pisou no escudo do São Paulo durante a comemoração de um gol, em 2002, e de quando foi acusado de racismo por jogadores do Corinthians durante a decisão do Campeonato Brasileiro do mesmo ano.

“Só porque sou branquinho, classe média e meu cabelo é liso, alguns ficam com o pé atrás”, desabafou na ocasião. Naquele ano, ele iniciaria uma carreira de respeito no futebol europeu, passando por Porto, Werder Bremen, Juventus, Wolfsburg e Atlético de Madri e Fenerbahce, além de passagens pela seleção brasileira.

Dezoito anos depois, confira a reportagem completa, abaixo:

Diego se defendeu na época: 'ó porque sou branquinho, classe média e meu cabelo é liso' -
Diego se defendeu na época: ‘ó porque sou branquinho, classe média e meu cabelo é liso’ – Arquivo/Placar

Por trás da máscara

Saiba por que o jovem astro do Santos coleciona desafetos com a mesma facilidade com que desequilibra jogos e leva seu clube às vitórias

Marília Ruiz

Metidinho. Foi esse o primeiro adjetivo escolhido por Zito, atual diretor-executivo de futebol do Santos, para comentar com Carlos Alberto Parreira ” então recém-chegado técnico dos profissionais do Peixe ” sobre aquele garoto de 15 anos que treinava nas divisões de base no CT Rei Pelé, no final de 2000. Mas esse não era o único atributo que o ex-craque santista usara. Um segundo adjetivo era ainda mais importante. “O Zito me dizia que eu não podia perder os jogos dos juvenis do clube aos sábados. Ele sempre falava do camisa 10, um metidinho bom de bola”, diz o hoje técnico da Seleção Brasileira. Zito, com a sabedoria de velho boleiro, já resumia o que o futuro preparava para Diego Ribas da Cunha: um jogador com grande talento para colecionar fãs ” e também desafetos.

Dois anos depois daquela conversa com Zito, Parreira veria Diego, vestindo a camisa 10 de Pelé, se tornar o mais jovem jogador da história a conquistar o título de campeão brasileiro: 17 anos, 9 meses e 13 dias ” e sobre o Corinthians que ele próprio comandava do banco. Veria também o garoto nascido em Ribeirão Preto se transformar, ao lado do amigo Robinho, em símbolo de uma nova era vitoriosa no Santos e num dos expoentes de mais uma geração brilhante de jogadores brasileiros. Tudo com uma marca de forte personalidade. “Diego foi viver em Santos, longe da família, com 12 anos. Isso serviu como experiência. Ele teve que aprender a ter iniciativa e dinamismo”, disse o pai do jogador, Djair da Cunha, em julho do ano passado, quando o filho esteve na capa da Placar pela primeira vez.

Placar ouviu a ex-técnicos, companheiros e adversários em 2004 -
Placar ouviu a ex-técnicos, companheiros e adversários em 2004 – Arquivo/Placar

Entretanto, ao celebrar aquele primeiro título como profissional em 2002 e virar a estrela que virou, Diego já trazia uma coleção de confusões e intrigas a tiracolo. Episódios que, de certa forma, justificaram a escolha do mestre Zito pela ordem dos adjetivos ” metidinho antes, bom de bola depois. Naquele mesmo ano, o garoto comemorou um gol santista contra o São Paulo sapateando sobre o escudo tricolor em pleno Morumbi, o que gerou uma briga generalizada em campo e particular com Fábio Simplício (“não sou amigo do Simplício, mas também não o considero um inimigo”, diz Diego, político). Antes ainda, quando atuava pelos juniores do Santos, numa semifinal estadual contra o Palmeiras, em pleno Parque Antártica, repetira a cena de Viola na final do Campeonato Paulista de 1993: marcou o gol da vitória, imitou um porco e provocou a ira dos donos da casa. “Aquilo deixou todos nós revoltados”, afirma Vágner Love, que estava em campo naquela partida vencida pelo Santos por 4 x 3.

Com 19 anos completados no último 28 de fevereiro, Diego vive agora um momento delicado ” não dentro de campo, onde continua com futebol muito acima da média, mas fora dele. O fracasso da Seleção Pré-Olímpica lhe fez muito mal à imagem. Foi acusado de fominha, prepotente, “cai-cai”, individualista e desagregador ” consta até que teria faltado muito pouco para não trocar socos no vestiário no intervalo do jogo contra a Argentina, quando Dudu Cearense lhe teria cobrado por prender demais a bola. Diego não foi o único, mas certamente um dos que mais se desgastaram com a perda da vaga olímpica. Zagallo, coordenador técnico da Seleção, chegou a repreendê-lo publicamente por ter se deixado abaixar o calção numa brincadeira com Robinho à frente dos fotógrafos ” motivo este, diga-se, pra lá de questionável. A contratação de uma empresa para cuidar de sua imagem revela que o jovem craque percebeu que, fora do Santos ” onde é intocável “, sua fama não é boa.

Metido? Racista?

“O menino parece ser um boçal de família. Parece que é igualzinho ao pai, um grande boçal. Todo mundo no meio diz isso”, afirma um jogador que costuma compartilhar com Diego as listas de convocados para a Seleção Brasileira. “Antes de mais nada, o Diego é um cara inteligente e muito bom jogador. O problema dele é que ele acha que sabe tudo, que não precisa aprender mais nada. Na Seleção, um lugar cheio de cobras experientes e estrelas da Europa, ele se comporta. O problema é no clube, e mais especificamente quando ele enfrenta adversários que estão começando. Aí, ele se deita mesmo, despreza e debocha. No Pré-Olímpico, ele levou tudo na brincadeira, se encostava nos outros. Quando a coisa apertava no jogo, ele ficava se atirando em campo. Eu procuro na Seleção conviver o mínimo possível com ele”, diz. “E ninguém duvida que ele falou o que falou para o Renato, aquelas coisas de racismo”.

O episódio a que se refere o “selecionável” em questão é outro do repertório de intrigas passadas de Diego. Nas finais do mesmo Brasileiro-2002, o meia provocou a ira dos jogadores negros do Corinthians, que reclamaram terem sido alvo de xingamentos racistas daquele menino de classe média, aloirado, “que nunca passou fome na infância”. O santista nega tal fato e vai além, numa resposta que, de defesa, vira ataque: na verdade é ele, Diego, quem seria vítima de preconceito. “Existe preconceito ao contrário no futebol. Só porque sou branquinho, classe média, meu cabelo é liso, alguns ficam com pé atrás”, diz. Mas isso logo passa quando me conhecem”, afirma.

Meia chegou a ser acusado de racismo por rivais do Corinthians -
Meia chegou a ser acusado de racismo por rivais do Corinthians – Arquivo/Placar

Será que passa mesmo? Um colega do Santos, que pediu para não ser identificado “para não se queimar”, disse que o jogador reclama demais dentro de campo. “Às vezes, ele pensa que é infalível. Mas o Leão sabe brecá-lo”, diz. Diego confessa já ter discutido com companheiros do Santos, uma coisa normal no futebol. “Sempre brigo para defender a minha equipe. Não existe “por favor” no futebol. Somos homens”. O pai Djair conta que Diego, desde pequeno, esteve envolvido em briguinhas com os colegas do futebol: “Coisa de moleque da idade. Mas das irmãs, que são mais velhas, ele apanhava.”

Queridinho dos técnicos

Com a experiência de quem já viu muitos talentos, Parreira, que chegou a insinuar que Diego e Robinho ainda tinham “muito o que comer” para fazer parte da Seleção Brasileira principal, prefere enaltecer o lado “bom de bola” do menino. O técnico aponta a autosuficiência do meia como algo positivo. Segundo ele, isso mais ajuda que prejudica. “Quem não tem personalidade não vai a lugar nenhum. A trajetória do Diego foi fulminante. Em pouco tempo, ele virou profissional, ídolo de sua torcida, campeão brasileiro e jogador da Seleção. Na Seleção principal, sua responsabilidade fica diluída porque há estrelas maiores, como o Ronaldo, o Roberto Carlos e etc. Mas é ótimo que ele tenha essa personalidade forte. Ele não tem medo, não se esconde. Os rivais é que não devem gostar”, diz o técnico, contrariando aqueles que apostavam que o resultado da Seleção Pré-Olímpica e o seu comportamento tirariam Diego da Seleção por um bom tempo.

Ronaldo, ídolo de Diego, concorda com Parreira e até se compara com seu “pupilo”. “Vejo a chegada de Diego à Seleção muito parecida com a minha. Ele é um grande jogador e um tropeço não vai mudar isso. É preciso manter a cabeça erguida e seguir, porque as pessoas confiam nele”, diz o astro do Real Madrid, que apresentou o meia para as maiores estrelas do futebol europeu em dezembro passado num amistoso beneficente.

E o que diz Diego de tudo isso? Muito, porque Diego é daqueles que topam dizer, sem medo. Cabelos molhados, roupa de marca, dois celulares (um ainda dentro da caixa), carro novo na garagem (uma BMW zerinho que ele se deu de aniversário no mês passado) e um olhar desconfiado. Foi assim que Diego aceitou falar sobre a sua personalidade com a Placar. Um pouco reticente, de início, ao rebater as críticas que recebe pelo seu comportamento, o jogador primeiro negou que isso pudesse incomodar tanto os adversários. Dez minutos depois, mais solto, mais Diego, ele deu de ombros para os incomodados e decretou que sua personalidade é uma virtude.

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O técnico Emerson Leão concorda com seu camisa 10. Leão afirma e reafirma ” apesar de não titubear em punir o jogador por seus excessos ” que na Vila Belmiro o “jeito” do meia nunca prejudicou o rendimento do Santos. Mas as opiniões de Diego, Parreira e Leão não correspondem a de muitos dirigentes da CBF. O próprio presidente Ricardo Teixeira não escondeu de ninguém o seu descontentamento com o excesso de brincadeiras “principalmente entre a dupla dinâmica Diego e Robinho” mesmo antes da eliminação brasileira contra o Paraguai.

O oba-oba gerou até um relatório assinado pelo chefe da delegação no Chile, o ex-jogador Branco. O documento será entregue nesse mês a Teixeira. Parreira também disse que quer ter acesso ao conteúdo do documento. “Ainda não sei o que está escrito no relatório. Não me encontrei com o Branco, que saiu de férias logo depois do Pré-Olímpico. Vou ler quando nos reencontrarmos. Mas não tem pressa. Agora quem está ocupado com a Seleção Principal sou eu”, diz o treinador.

Segundo Placar apurou, Branco decidiu não crucificar ninguém ” até porque o técnico Ricardo Gomes já perdeu o emprego, e a cúpula da entidade máxima do futebol brasileiro concluiu que o fiasco no Chile não deve causar mais impacto do que já causou. O texto segue o padrão de tópicos, sem muitos comentários sobre os acontecimentos que antecederam a eliminação brasileira na luta pela inédita medalha de ouro olímpica.

A discussão entre Diego e Dudu Cearense está registrada, mas ninguém foi apontado como culpado. As brincadeiras na concentração, inibidas pelo próprio Branco e condenadas por Zagallo também foram citadas.

Diego também tem resposta pra tudo isso. Ele pensa que, se o Brasil tivesse pelo menos empatado com o Paraguai na última rodada do Pré-Olímpico, todos diriam que teria sido a consagração do futebol alegre. Acha que todo grande jogador sofre decepções, mas que a vida segue. E que ele não precisa provar nada para ninguém, a não ser para Emerson Leão e Carlos Alberto Parreira. A alegria e o respeito da torcida, ele acredita que tem. “Só me importam as pessoas que querem o meu bem. O técnico do Santos me importa. O Parreira e a comissão técnica da Seleção, também. Me preocupo em agradar a CBF. Tenho até alguns amigos em outros clubes. Não quero prejudicar ninguém. Quero só deixar os meus torcedores felizes. Mas se eu estou desagradando alguém, não estou nem um pouco preocupado”, diz o meia.

Perguntado sobre se gostaria de enfrentar um time com um camisa 10 como ele, Diego respondeu com uma gargalhada e, desconfiado, ponderou: “Sou bem alegre, amigo, divertido e tenho uma personalidade muito forte. Sou de encarar tudo de frente, sei impor minhas vontades, meus pensamentos. Isso não quer dizer que é certo tudo que penso. Mas é o meu jeito querer sempre expor as coisas. Isso é bom. Até hoje não me prejudicou. Todos os jogadores precisam ter personalidade forte. Principalmente quando se é mais jovem e joga em um time grande. Caso contrário, se você se omite, se não ocupa os espaços, morre. O futebol é muito disputado”, diz.

Avaliado em 14 milhões de dólares pelo pai, que administra metade dos seus direitos federativos, dono de cinco títulos (um como profissional), duas vezes convocado para a Seleção principal, garoto-propaganda de refrigerante e marca de material esportivo, alvo da histeria das fãs e requisitadíssimo para comparecer a festas, Diego só tem um assunto proibido: a namorada Bruna, de quem não gosta de falar e não quer que se fale.

Diego está com a ex-miss Santos desde os 16 anos. O pai do santista conta que ele é muito ciumento e, por isso, não gosta de ver publicadas fotos da garota. Ciúme é, aliás, um dos poucos defeitos que o pai vê em Diego: a mãe (Cecília) e as irmãs (Daiane e Djenani) também sofrem com ele. “Não escreve nada dela (Bruna) aí não. Não quero falar sobre isso. Deixa a Bruna fora disso”, disse, enquanto posava para os fotos da Placar no mesmo CT Rei Pelé onde surgiu, metidinho e bom de bola, poucos anos atrás.

Um amigo pra morar junto

A parceria Robinho-Diego é conhecida e festejada pelos fotógrafos, que têm coleções de registros com abraços entre a dupla. Mas é o desconhecido Halisson, zagueiro reserva dos juniores do Santos, o melhor amigo do camisa 10 do Santos.

Diego e Halisson moram juntos há quase três anos, desde que o primeiro deixou o alojamento da Vila Belmiro para morar em um apartamento próprio a 50 m da praia. Quando realizou o sonho de comprar o imóvel próprio, Diego chamou o colega zagueiro, a quem costumava provocar nos treinos, para dividir o mesmo teto. “Ele foi muito generoso. Eu só ajudo com a comida e com o telefone. O resto ele paga”, diz Halisson, que divide também as tarefas domésticas.

Diego ao lado de Robinho no Santos -
Diego ao lado de Robinho no Santos – Arquivo/Placar

Mas a divisão é desigual. Halisson, responsável por pegar na portaria e levar para o apartamento as cartas e camisas de fãs apaixonadas pelo camisa 10 do Santos, conta que Diego vive reclamando da bagunça do amigo, mas que ele próprio pouco arruma o quarto.
“Temos uma pessoa que limpa o apartamento duas vezes por semana. Nos outros dias, a gente tem que se virar. O Diego é bem exigente, mas não gosta muito de arrumar as suas coisas.”

Grato pela atitude do amigo, Halisson não se cansa de enumerar as virtudes de Diego como jogador. Entre elas, o poder de desconcentrar o adversário com suas provocações. “Até nos treinos ele é mala. Fica falando que vai pegar. Mas é coisa de jogo. Quem não o conhece, fica com a imagem que ele é mascarado e mala.”

Exploração de imagem

Uma empresa que explore a imagem milionária de Diego. É com isso que tem mais se ocupado o pai do jogador, Djair, que administra a carreira do filho. Além de trabalhar melhor a imagem de Diego (e faturar mais), um objetivo imediato é reparar o que a família do jogador considera uma injustiça: a diferença do tratamento que é dirigido a Diego e a Robinho no Santos.

Na seleção, Diego era visto como um perfil mais tranquilo -
Na seleção, Diego ficou marcado por brincadeiras no Pré-Olímpico – Arquivo/Placar

Mais jovem jogador a ser campeão brasileiro e com mais de 100 partidas pelo time profissional do Santos, Diego nunca foi homenageado pela diretoria com uma placa, como recentemente aconteceu com Robinho. “A gente sabe que existe um complô dentro do clube. Ele foi lançado primeiro no time profissional, completou 100 partidas antes, mas nunca ganhou nenhuma homenagem. É um absurdo, mas é verdade e tem que ser dito”, diz o pai do jogador, mostrando uma competitividade em relação ao outro jovem ídolo santista que, dada a amizade evidente entre os dois, é difícil de acreditar que seja um sentimento compartilhado pelo filho.

Djair acredita na transferência de Diego para a Europa ainda neste ano, o que se tornou o principal motivo de colisão entre ele e o presidente do Santos, Marcelo Teixeira.

Com uma legião de fãs em todas as faixas etárias (incluindo meninas, garotas e mulheres), Diego e seu pai querem agora ganhar dinheiro licenciando produtos com a sua marca “Diego 10”, já devidamente patenteada. Traffic, Koch Tavares e até a gigante americana do marketing esportivo IMG já foram descartadas por não atenderem às pretensões do jogador, que já tem contratos com a Nike e com a Pepsi.

Frases

“Às vezes, o Diego pensa que é infalível. Mas o leão sabe como brecá-lo”
De um dos seus companheiros de equipe

“Só me importam as pessoas que querem o meu bem. Se estou desagradando alguém, não fico nem um pouco preocupado”
Diego, sobre sua coleção de desafetos

“Existe um complô. Diego foi lançado antes, fez 100 jogos antes, mas nunca ganhou uma homenagem, como Robinho”
Djair, o pai de Diego, criticando o Santos

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