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Paulo Cezar Caju O papo reto do craque que joga contra o lugar-comum

Venda de Luiz Henrique do Flu é uma pena, mas é a solução que encontraram

Não dá para as revelações irem embora tão cedo e os clubes seguirem arcando com salários altíssimos de veteranos e de quem já deu o que tinha para dar

Por Paulo Cezar Caju 14 mar 2022, 14h35

Logo após o golaço de Luiz Henrique, do Fluminense, contra o Olimpia, pela Libertadores, chega a notícia sobre sua venda por 72 milhões de reais para o Betis, da Espanha. É uma pena para os torcedores, mas é a solução que os dirigentes têm encontrado para seguir adiante.

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Há anos, grande parte dos clubes brasileiros sofre com dívidas estratosféricas, algumas impagáveis, mas basta chegar a época das eleições para começarem brigas entre vários grupos políticos dispostos a assumirem um negócio falido. Alguém consegue me explicar?

O futebol é um esporte assistido por milhões de pessoas, e é inadmissível que os executivos desse esporte, o mais popular do mundo, ainda não tenham se unido para transformá-lo em algo lucrativo. As federações, confederações e emissoras de tevê também deveriam estar nessa mesa. Não dá para as revelações irem embora tão cedo e os clubes seguirem arcando com salários altíssimos de veteranos e de quem já deu o que tinha para dar.

Dá para os estádios lotarem como na partida entre Flamengo x Bangu. Todos gostam de ver uma festa bonita. E hoje é fácil encher os estádios, porque eles diminuíram, como o futebol vem se apequenando ao longo dos anos. Já falei repetidas vezes que uma boa estratégia de marketing contribuirá para todos, como ocorre, por exemplo, com NBA, Super Bowl e a Premier League.

Hoje, apenas os empresários enchem os bolsos de dinheiro. O torcedor ama futebol e basta o time ganhar uma, duas partidas e ele está lá, prestigiando. Mas, hoje, acham que essa SAF é a solução. A solução sempre existiu: unir forças para criar um produto atrativo. Mas cada dirigente prefere olhar para o seu próprio umbigo, e deu no que deu.

Pérolas da semana: 1) A bola viajou em direção à área adversária para encontrar o atacante centralizado, que tem poder de fogo e corre por dentro para chapar a bola contra o time permissivo. 2) O time não tem a maturação do adversário e cede a bola propositalmente para jogar por uma bola.

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