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Paulo Cezar Caju O papo reto do craque que joga contra o lugar-comum

Show dos tricolores para Fred me lembrou de outras lindas despedidas

Estive no adeus de Platini, George Theo, Cubillas e outros craques; aos 72 anos, já avisei aos amigos que a próxima despedida dos campos será a minha

Por Paulo Cezar Caju 4 jul 2022, 18h09

Ainda bem que aceitei o convite para assistir Fluminense 4 x 0 Corinthians. Primeiro porque pude conferir ao vivo o trabalho de Fernando Diniz, de quem sou admirador confesso. O mais engraçado dessa partida foi o Corinthians ter deixado algumas de suas “estrelas’’ no banco. O treinador português, bambambam, deve ter pensado “se der algo errado coloco minhas armas secretas em campo”. Deu errado, ele colocou “as feras” e continuou apanhando. Mas foi muito legal ver o show da torcida homenageando o artilheiro Fred, que está prestes a encerrar a carreira.

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Lembrei que não tive jogo de despedida. Parei aos 35 anos, no Aix de Provance, da terceira divisão francesa. Fui bem em todos os clubes, mas nenhum se propôs a organizar uma festa, talvez por meu perfil contestador. Mas em compensação participei de algumas inesquecíveis, como a de Michel Platini, em Nancy, com Pelé dando o pontapé inicial. A de George Theo foi mágica e joguei com Kubala, Di Stèfano e Puskas. Também teve a do peruano Teófilo Cubillas, em que joguei com Figueroa e Ancheta, e do chileno Caszely.

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Caju abraçado a Puskás na despedida de George Theo, em 1974 ./Arquivo pessoal

Foram momentos maravilhosos, mas ainda estou na flor da idade, 72, e já avisei aos amigos que meu jogo de despedida vem aí. Sempre gostei de surpreender! Esperem e verão! Por falar em idade, Vidal e Fernandinho foram contratados recentemente e agora posso afirmar que o Brasil virou um cemitério de veteranos desgastados e promessas que não vingaram.

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Pérolas da Semana:

“Jogador de beirada, dando carrinho orientado para lá e pra cá, fatiando a bola por dentro e encontrando o jogador dominante para chapar a orelha ou cara da bola”.

“Jogo pegado encontrando as conexões do 4-1-4-1, encaixado com ideia de informação, usando a diagonal do último terço do campo, dando tapa na bola bandida. Dessa forma, é possível criar um modelo e padrão ao estilo da outra linha de 5 defensiva”.

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