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Felipão repete no Athletico inícios positivos por Palmeiras e Cruzeiro

Treinador de 73 anos também teve aproveitamento alto no começo de trabalhos recentes, que terminaram em rescisão; sequência pelo Furacão anima torcida

Por Da redação Atualizado em 30 jun 2022, 08h36 - Publicado em 30 jun 2022, 04h00

O Athletico Paranaense venceu o Libertad por 2 a 1, pela ida das oitavas de final da Libertadores, e deu sequência ao início positivo do trabalho de Luiz Felipe Scolari. Sob comando de Felipão há 14 jogos, o Furacão não perde há 13, é o 3º colocado do Brasileirão e tem vantagem para avançar às quartas de final na competição continental e na Copa do Brasil.

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Desde que o treinador campeão do mundo em 2002 assumiu, o Athletico perdeu apenas para o Fluminense, logo na estreia de Felipão. Aquele jogo foi o último resultado negativo, sucedido por uma sequência que classificou o rubro-negro ao mata-mata da Libertadores e alavancou o início de Campeonato Brasileiro.

Mais recentemente, o Furacão venceu o Bahia, fora de casa, pela ida das oitavas da Copa do Brasil, além do resultado da Libertadores. Dono de um aproveitamento de 78,5%, Felipão venceu 10 partidas, empatou três e perdeu apenas uma. A equipe marcou 30 gols e sofreu 12. O início animador repete trabalhos recentes do treinador.

O último troféu levantado por Scolari foi o Campeonato Brasileiro de 2018, fruto de uma passagem pelo Palmeiras com início avassalador. No mesmo recorte (14 jogos), o aproveitamento foi de 71,4% e uma defesa impressionante. Em nove vitórias, três empates e duas derrotas, foram 18 bolas na rede adversária e só três na própria. Quando Felipão assumiu, na 16ª rodada do Brasileirão, o alviverde estava na 7ª posição e, mais tarde, foi campeão.

Felipão venceu o Brasileiro de 2018 com o Palmeiras -
Felipão venceu o Brasileiro de 2018 com o Palmeiras – Gil Guzzo/Ofotográfico/Folhapress
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Felipão, entretanto, viu o trabalho ruir no ano seguinte. Eliminado da Libertadores pelo Grêmio dentro de casa e da Copa do Brasil pelo Internacional, o Palmeiras e o técnico romperam depois de uma derrota por 3 a 0 para o Flamengo de Jorge Jesus.

Outro trabalho de Felipão com roteiro parecido foi a segunda passagem pela seleção brasileira, entre 2013 e 2014. Em seus primeiros 14 jogos, o Brasil venceu oito, empatou quatro e perdeu dois. O período resultou no título da Copa das Confederações, com direito a 3 a 0 sobre a Espanha, na final, em Maracanã lotado.

A conquista de 2013 empolgou ainda mais a torcida para a Copa do Mundo do ano seguinte, sediada pelo Brasil. Na competição, a seleção não empolgou e encerrou a participação após o melancólico 7 a 1 diante da Alemanha, no Mineirão. O último jogo de Felipão pela equipe pentacampeã foi a disputa de terceiro lugar: mais uma derrota, dessa vez para a Holanda, por 3 a 0.

Felipão e Bernard na partida contra a Alemanha, em Minas Gerais
Felipão e Bernard na partida contra a Alemanha, em Minas Gerais David Gray/Reuters/VEJA

Em 2020, Felipão também teve um ciclo parecido no Cruzeiro, mas sem taças. Nas 14 partidas iniciais, o time venceu sete vezes, empatou seis e perdeu uma. O trabalho, entretanto, foi encerrado sete partidas depois, com o final da Série B, sem conseguir o acesso à elite. Segundo o clube, a rescisão de contrato à época foi em “comum acordo”.

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