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Telê Santana escolhe as suas 12 feras

Há 30 anos, o Mestre chegava pro lugar que hoje é de Mano

Por: Redação PLACAR - Atualizado em

Tele rodolphomachado
| Crédito: Foto: Rodolpho Machado

Há 30 anos, o Mestre chegava pro lugar que hoje é de Mano

Em 19 de fevereiro de 1980, aquele que é considerado o maior técnico do Brasil assumia a seleção canarinho. Telê Santana revelou para a PLACAR suas exigências para escalar os 11 jogadores. Tinha os nomes e apenas uma dúvida: se escalava Mauro Galvão ou Polozzi na zaga.

Goleiro: "Precisa ser calmo ao falar, sem esbravejar ou bronquear com a defesa". Recado para Leão?

Lateral-direito: "Um homem supercapacitado fisicamente. Ele fará constantemente as vezes do ponta direita".

Zagueiros: "Quero gente que saiba ser zagueiro de área e quarto-zagueiro".

Lateral-esquerdo: "Precisa saber penetrar em diagonal para o meio, além de chutar de meia distância".

Cabeça de área: "Esse homem vai proteger o avanço constante dos laterais".

Meia-armador: "Terá que ser ótimo finalizador, além de ter que saber ocupar as laterais do campo atacando pelos dois lados".

Ponta direita: "Marcador dos pontas adversários e será um jogador para ajudar no povoamento do meio campo. Não quero um ponta fixo".

Centroavante: "Dou preferência ao jogador técnico. Meu centroavante será craque, como foi Tostão em 70. Quero um ataque de habilidosos".

Ponta de lança: "Habilidoso. Terá que se desdobrar, ser mais que um craque, ser um operário".

Ponta esquerda: "Ele precisa reunir arrancada, drible perfeito e a gana de um goleador".

Fonte: Revista PLACAR