Eleito o melhor do torneio, Assunção elogia grupo sem 'trairagem'

Marcos Assunção não marcou nenhum dos três gols do Palmeiras nas duas decisões da Copa do Brasil, mas participou de todos. E a importância do ca

Por Gazeta Press 12/07/2012, às 13h58

Volante teve papel importante nos três gols alviverdes na decisão da Copa do Brasil

Marcos Assunção não marcou nenhum dos três gols do Palmeiras nas duas decisões da Copa do Brasil, mas participou de todos. E a importância do camisa 20 foi reconhecida ao final, quando o elegeram o melhor jogador da competição.

'Se me deram , acho que foi merecido, devido ao meu trabalho e tudo o que eu fiz. Sou um cara honesto, independentemente de bom ou mau jogador. Com 36 anos, ganhar um troféu como este em uma competição tão importante é para ficar feliz', admitiu.

Assunção chegou a ficar fora do duelo de volta da semifinal com o Grêmio, por contusão. Mas se recuperou a tempo de levantar a bola para a área em lance que Betinho sofreu pênalti convertido por Valdivia e cobrar falta para gol de cabeça de Thiago Heleno, na primeira decisão, na Arena Barueri. Nesta quarta-feira, no Couto Pereira, ele contribuiu com nova assistência e, capitão do time, foi o responsável por levantar a taça que o Palmeiras não conquistava há 14 anos.

'É muito importante por tudo o que o Palmeiras representa, pelo tempo que ficou sem ganhar e por meu filho torcer por este clube. Com três anos, ele canta o hino. Ver esta torcida feliz é o que me faz dedicar mais a cada dia', emocionou-se. Destaque individual, Assunção fez questão de dividir os méritos com os companheiros. 'Este é o melhor grupo com o qual trabalhei na minha vida, porque não tem trairagem e nem estrelismo', garantiu.

Toda a emoção pelo título pode contagiar Assunção para que mude de ideia em relação a se aposentar ao final do ano. Nesta quinta-feira, no desembarque em São Paulo e nas comemorações pela cidade, o volante já ouviu pedidos da torcida e de Valdivia para alongar sua carreira.

'Vamos com calma. Temos ainda o final do ano para conversar, independentemente de título ou não. Cumpri o que eu queria, que era dar um troféu para esta torcida.Agora, se eu parar amanhã, não devo nada a ninguém', celebrou o campeão Marcos Assunção.

Gazeta Press

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