O técnico Vágner Mancini tem se mostrado surpreso com as cobranças após a estreia do Cruzeiro no Campeonato Mineiro. Segundo ele, a equipe fez apenas um jogo oficial e é necessário ter paciência com o time que vem sendo reformulado. O treinador ainda argumentou que não pode ir para a segunda rodada do Estadual com uma arma apontada para a cabeça.
‘O Cruzeiro passa por reestruturação administrativa, após mais de 15 anos. No elenco, também teve muita mudança. A cobrança está muito forte para o primeiro jogo do ano. Todos têm de saber que cobrança tem de ter limites, a gente não pode entrar para o segundo jogo do ano com uma arma apontada para cabeça’, declarou.
Para Mancini o Cruzeiro vive um momento difÃcil e precisa do apoio dos torcedores. O treinador deixa claro que tinha ciência que teria dificuldades na montagem do time, mas revela que o nÃvel de exigência é grande e que é preciso pés no chão e dar um passo de cada vez.
‘Ninguém dá cinco, seis passos de uma vez só. Temos de ter pés no chão. A gente sabia que seria difÃcil, foi muito pior que esperávamos, mas estamos conscientes. A torcida tem de entender que o Cruzeiro vive momento diferente e até nos ajudar nisso’, frisou.
Por fim, Vágner Mancini fez questão defender o lateral Diego Renan, alvo principal dos torcedores na partida contra o Guarani. ‘Não admito que o estádio inteiro vaie o Diego Renan por algo que ele não fez de errado. Eu defendo o Cruzeiro, os atletas defendem o Cruzeiro. É muito importante nesse momento que a cobrança tenha limites’, afirmou.

O Mancini não tem bagagem para dirigir um time como o Cruzeiro.
O time teve 31 dias de preparação para o Mineiro e fez uma estréia abaixo de sofrÃvel. Desde que assumiu o time, no ano passado, nada fez que justificasse sua permanência à frente do time. É fraco, não consegue criar um posicionamento tático e, menos ainda, reverter um revés tático do adversário.
Não espero nada desse time enquanto tiver o Mancini como técnico.