O treino do Goiás na última terça-feira, no CT Edmo Pinheiro, atrasou uma hora graças à uma conversa entre comissão técnica, diretoria e jogadores. O teor da discussão foi a situação do time esmeraldino no campeonato e, embora tenha havida cobrança, os cartolas tiveram a preocupação de passar confiança aos atletas.

“Foi uma cobrança normal. Todo presidente tem o direito de cobrar de seus jogadores dentro de campo. A diretoria cumpriu o que tinha prometido e, agora, temos de dar uma resposta aos dirigentes, à torcida e a cada um de nós”, filosofou o zagueiro Ernando ao jornal local O Popular.

Entre os diretores que participaram da conversa estavam o presidente executivo e do Conselho Deliberativo, Hailé Pinheiro, o ex-vice e conselheiro Edmo Mendonça Pinheiro, o diretor de futebol Marcos Figueiredo e o superintendente administrativo Marcelo Segurado.

O técnico Jorginho, por sua vez, negou que a pauta da discussão tenha sido uma suposta premiação sua equipe escape do rebaixamento à Série B. “Posso garantir que o nosso papo não foi para definir a premiação. O papo foi interno e para decidir questões internas”, desconversou.

O Goiás é o vice-lanterna do campeonato com 25 pontos e precisa tirar quatro de diferença para o Avaí, primeiro time acima da zona de rebaixamento.